Brasileiro desculpa árbitro após lance ‘bizarro’ Caso aconteceu no francês

 

Obrasileiro do Nantes Diego Carlos comentou, nesta terça, a atitude do juiz  Tony Chapron, que o deu uma rasteira durante a partida de seu time contra o PSG, pelo francês.

“Foi um momento bizarro, porque eu estava correndo para tentar recuperar uma bola, que eles estavam no contra-ataque. E o árbitro estava correndo do meu lado, um pouco à frente, mas quando ele muda de direção, fica mais difícil porque eu não posso fazer nada. Então, eu toco nele com o braço, ele acaba caindo na minha direção e, como ele caiu na minha frente, ao mesmo tempo que ele me chuta, ele me olha. E consegue me chutar… Isso eu nunca tinha visto na minha vida”, disse ao GloboEsporte.

O jogador foi expulso após o lance. O árbitro foi suspenso por seu ato.

“Minha reação foi olhar pra ele e falar sem acreditar “O que você fez? Como assim? Eu não estou entendendo”. Foi aí que ele volta atrás, me dá um cartão amarelo e depois um vermelho. Eu tento tocar nele, para mostrar o que ele fez, porque eu não estava conseguindo entender ainda. Foi aí que todos os jogadores vieram e ficaram me segurando, para eu ter calma. Até mesmo vem o Marquinhos (zagueiro do PSG) e tenta me controlar. Então eu não consegui entender, até hoje eu não consigo entender por que ele fez isso. Mas a situação já está toda resolvida agora, eu já posso jogar, então eu estou mais tranquilo, mais calmo. Mas uma situação como essa, hoje eu dou risada, mas na hora do jogo eu estava muito bravo com ele, muito nervoso mesmo, porque foi uma situação extraordinária pra mim, eu nunca tinha visto isso.”

Apesar de considerar o lance ‘bizarro’, ele disse desculpar o juiz.

“Eu aceitaria a desculpa dele sim. Depois ele viu que ele errou, ele viu que ele estava errado e todo mundo viu isso. Eu aceitaria a desculpa dele sim porque ele assumiu isso, ele retirou o meu cartão, ele tomou uma punição. Eu acho que ele merece a punição sim, porque quando a gente toca em um árbitro, a gente é punido, por que então eles não podem? Não estou falando isso por maldade. Estou falando isso por uma regra, por um jogo.”

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