Negócios Itaipava e aeroporto regional alavancam economia de Bacabal Uma parceira entre o governo do estado e a prefeitura deBacabaltem gerado bons investimentos para o município

Uma parceria entre o governo do estado, por meio da Secretaria de Indústria e
Comércio (Seinc), e a prefeitura de Bacabaltem trazido resultados positivos para o
desenvolvimento da cidade.
Após 10 anos interditado para operações de pouso e decolagem, o Aeroporto Regional de
Bacabal passa por uma readequação que irá garantir reparos em toda sua Infraestrutura
de apoio, sinalização horizontal da pista, áreas verdes e manutenção de cerca patrimonial,
atendendo as normas de segurança para a reabertura das operações áreas, segundo as
exigências do processo em andamento junto a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
De acordo com o cronograma das obras, divulgado pela Seinc em agosto do ano passado,
as obras devem ser entregues nos próximos meses, aguardando apenas a homologação
da Anac para habilitação da pista.
A obra de manutenção e revitalização foi orçada em R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais)
aos cofres do Estado, por meio de recursos do Fundo Estadual de Desenvolvimento
Industrial. O aeroporto atenderá demandas da região central dentro dos padrões
mínimos que contemplem o município e localidades próximas.
Investimentos

Os bons resultados também para a economia da região, com o anúncio da construção de
uma unidade da Itaipava em Bacabal, onde a empresa pretende investir R$ 480 milhões
para produção não apenas de cerveja, mas também de refrigerantes e outros produtos
que levam esta marca.
A escolha da cidade para implantação do empreendimento se deu por conta da sua
localização estratégica e por seu potencial. Somado a isso, a logística existente no
Maranhão tais quais o Porto do Itaqui, ferrovias e rodovias que vão auxiliar e facilitar o
transporte das mercadorias. Além disso, a expectativa é que sejam gerados mais de 500
empregos diretos.
“Encontramos em Bacabal uma logística boa, água em abundância e energia, ou seja,tudo
que uma fábrica precisa”, armou
o diretor-presidente do grupo Petrópolis, Valter Farias,
à época.
O acordo foi rmado
após uma reunião com o governador Flávio Dino (PCdoB), no Palácio

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