Redes Sociais: Novo método de utilização para as eleições 2018

As redes sociais invadiram a internet conquistando instantânea popularidade na nova era digital, e estão cada vez mais movimentadas por pessoas ou organizações conectadas por um ou vários tipos de relações, onde será utilizada, como método para as eleições 2018.
Com a diminuição do horário eleitoral na televisão, fim de carros de som, placas e mini-doors (lambe-lambe) parecia que dessa forma ajudaria na qualidade de vida do eleitor, perturbando menos os eleitores.

Mas não será bem assim, ou melhor, para quem não desgruda das redes sociais, não será bem assim.

O que antes se fazia em praças e ruas, agora passa a ser virtual pela internet conforme o art.36 da Lei nº9,504/1997 (Lei das Eleições)- que regula a propaganda eleitoral em geral-, o art.22 da Resolução -TSE nº23,457, de 15 de dezembro de 2015, e a Lei nº13,488/2017 que dispõem que a propaganda eleitoral também pode ser feita pela internet.

Os endereços do site do candidato, plataformas onlines, partido ou coligação devem ser informados à Justiça Eleitoral, e o site deve estar hospedado em provedores de internet localizado dentro do Brasil. Mensagens eletrônicas, blogs, redes sociais e sites de mensagens instantâneas são alguns dos ambientes permitidos para a atuação de propaganda e marketing político.
Como a propaganda de rua será mais tímida nesse ano, os candidatos tem a oportunidade de ter maior visibilidade e atenção dos eleitores mediante a internet. Sendo beneficiente dessa forma para candidatos com menos recursos financeiros, e tendo a mesma oportunidade de visibilidade a um custo segmentar ao do seu público.

Porém o marketing de guerrilha não dará trégua para os orgãos fiscalizadores das Eleições deste ano. Vale ressalvar algumas sobre a Lei das Eleições e nas resoluções do TSE.
•Robôs são proibidos
•Compra de banco de dados de contatos
•Responsabilidade pela remoção de conteúdo
•Direito de resposta pelo mesmo meio utilizado para divulgar o conteúdo infringente.
Contudo o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) permanece com dores de cabeça no quesito fiscalização, e por outro lado o eleitor pode até fugir das propagandas eleitorais gratuitas, mas será achado nas mídias sociais por candidatos sedentos por votos.

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