Passista da Tom Maior desaparece após deixar academia em SP

Opassista da escola de samba Tom Maior, Everton Luis Bernadini, de 32 anos, está desaparecido desde a noite da última quinta-feira (16). Ele foi visto pela última vez quando deixava a academia onde trabalha no bairro do Imirim, na Zona Norte de São Paulo.

O cunhado de Everton, Robson Batista, informou ao ‘G1’ que ele falou por mensagem com a mãe e com um amigo no dia do desaparecimento, pouco depois das 21h40. Everton disse que estava saindo da lanchonete dele, que fica dentro da academia, e indo para a casa, no bairro Casa Verde, também na Zona Norte, onde moram também a mãe e a avó. Porém, ele não apareceu.

Ainda de acordo com Robson, o desaparecido foi visto saindo da academia por volta das 20h, apesar de ter dito à mãe e ao amigo que estava deixando o local quase duas horas depois.

As mensagens enviadas ao WhatsApp de Everton mais tarde não foram recebidas. Ele também não atendeu mais a telefonemas.

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Um boletim de ocorrência foi registrado na noite de sexta-feira (17) no 38º Distrito Policial, na Vila Amália, Zona Norte.

A família e amigos de Everton estão pedindo ajuda para encontrá-lo pelas redes sociais. Em um post, eles informam que o rapaz vestia um agasalho azul claro, boné, calça preta e tênis quando foi visto pela última vez. Ele também carregava uma sacola de papel na mão.

Notícias ao MinutoReprodução/Facebook

Depois das publicações na internet, dois conhecidos de Everton disseram tê-lo visto no Terminal Barra Funda por volta de 20h30. No entanto, a família afirma não ter nenhuma pista de onde ele possa estar.

“A gente não tem nenhuma pista. Já fomos em hospitais próximos, no IML, e fizemos o boletim de ocorrência. […] Ele nunca ficou sem dar notícia. Já aconteceu de ele dormir fora, mas ele avisa pra mãe”, contou o cunhado ao site.

“Não sabemos se ele saiu pra encontrar alguém de um desses aplicativos de namoro, e aconteceu uma desgraça… Também tinha jogo de futebol no dia. Não sabemos se ele passou perto e foi alvo de algum ataque homofóbico”, completou.

A família solicitou quebra do sigilo telefônico e bancário de Everton para identificar as ligações feitas por ele e saber se houve alguma movimentação na conta bancária.

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