Maranhão é o único estado do país com renda média inferior a R$ 1.000, mostra IBGE

O Maranhão continua sendo a unidade da federação com a pior renda média mensal per capita do país – R$ 969 –, a única inferior a R$ 1.000. Os dados são da Pnad Contínua: Rendimento de todas as fontes 2023, divulgada nesta sexta-feira (19) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

O Maranhão continua sendo a unidade da federação com a pior renda média mensal per capita do país – R$ 969 –, a única inferior a R$ 1.000. Os dados são da Pnad Contínua: Rendimento de todas as fontes 2023, divulgada nesta sexta-feira (19) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).https://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-8514657798205388&output=html&h=172&slotname=7746027531&adk=4090271626&adf=1760234240&pi=t.ma~as.7746027531&w=686&fwrn=4&lmt=1713611379&rafmt=11&format=686×172&url=https%3A%2F%2Fjohncutrim.com.br%2Fmaranhao-e-o-unico-estado-do-pais-com-renda-media-inferior-a-r-1-000-mostra-ibge%2F&wgl=1&uach=WyJXaW5kb3dzIiwiNS4wLjAiLCJ4ODYiLCIiLCIxMjQuMC42MzY3LjYwIixudWxsLDAsbnVsbCwiNjQiLFtbIkNocm9taXVtIiwiMTI0LjAuNjM2Ny42MCJdLFsiR29vZ2xlIENocm9tZSIsIjEyNC4wLjYzNjcuNjAiXSxbIk5vdC1BLkJyYW5kIiwiOTkuMC4wLjAiXV0sMF0.&dt=1713611376264&bpp=8&bdt=1918&idt=3511&shv=r20240417&mjsv=m202404160101&ptt=9&saldr=aa&abxe=1&cookie=ID%3D4b9b3ae52aec1a06%3AT%3D1706966106%3ART%3D1713610600%3AS%3DALNI_MY_X9aPknWAQMfARQOCVadaMEiLRA&gpic=UID%3D00000a0ac8d68a42%3AT%3D1706966106%3ART%3D1713610600%3AS%3DALNI_MZrNBKGbek_Jg1bWzwe1a3O8jXGMw&eo_id_str=ID%3D048d06a5e3bf6aab%3AT%3D1706966106%3ART%3D1713610600%3AS%3DAA-AfjbX4bXbHgDNOunuB5wxL-GR&prev_fmts=0x0&nras=1&correlator=8259193504504&frm=20&pv=1&ga_vid=733536143.1706966042&ga_sid=1713611380&ga_hid=1347876990&ga_fc=1&rplot=4&u_tz=-180&u_his=3&u_h=768&u_w=1024&u_ah=728&u_aw=1024&u_cd=24&u_sd=1&dmc=4&adx=10&ady=1365&biw=1007&bih=607&scr_x=0&scr_y=200&eid=44759875%2C44759926%2C44759837%2C31082770%2C44798934%2C31081873%2C31082144%2C31078663%2C31078665%2C31078668%2C31078670&oid=2&pvsid=132874109933013&tmod=1257409617&uas=0&nvt=1&ref=https%3A%2F%2Fwww.google.com%2F&fc=1920&brdim=0%2C0%2C0%2C0%2C1024%2C0%2C1024%2C728%2C1024%2C607&vis=1&rsz=%7C%7CEebr%7C&abl=CS&pfx=0&fu=128&bc=31&bz=1&td=1&psd=W251bGwsbnVsbCxudWxsLDNd&nt=1&ifi=2&uci=a!2&btvi=1&fsb=1&dtd=3536

O valor é 47% menor do que o rendimento médio nacional, de R$ 1.848 (maior resultado de toda a série histórica).

Em contraponto, a maior renda per capita do país segue sendo a de moradores do Distrito Federal, que acumulam R$ 3.215 mensais. É mais do que o triplo do recebido pelos maranhense

lém do Maranhão, outros 11 estados registraram renda per capita média abaixo do salário-mínimo vigente (R$ 1.412). Todos nas regiões Norte e Nordeste.

Segundo o IBGE, o resultado nacional mostrou que houve um crescimento de 11,5% em relação a 2022. Já em comparação com 2019 – último ano pré-pandemia – a elevação foi de 6%.

Regiões
Entre 2019 e 2023, o rendimento médio domiciliar per capita aumentou em todas as regiões, com destaque para a Norte (21,8%) e a Centro-Oeste (12,5%), enquanto a Sul (2,3%) teve a menor variação.

Os moradores do Sudeste registraram a maior renda per capita do país, com média de R$ 2.237, seguidos pelos habitantes do Centro-Oeste, que acumulam R$ 2.202. A região Sul vem em seguida, com uma média de R$ 2.167.

Na ponta, ficaram as regiões Norte e Nordeste, com R$ 1.302 e R$ 1.146, respectivamente.

População mais carente
De acordo com o estudo, os 40% da população com menores rendimentos receberam, em média, R$ 527, o maior valor registrado pela série histórica para este grupo. Se comparado a 2022 (R$ 468), esse rendimento foi 12,6% maior, enquanto, na comparação com 2019 (R$ 442), houve aumento de 19,2% na média nacional.

O IBGE informa que, entre os fatores que podem explicar tal crescimento, estão o recebimento do Bolsa Família, bem como a recuperação do mercado de trabalho. (R7)