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Operação contra o tráfico prende vereador e outras 24 pessoas em MG

Operação contra o tráfico prende vereador e outras 24 pessoas em MG

Promotores de Justiça ligados ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em conjunto com a Polícia Militar, prenderam 35 pessoas envolvidas com o tráfico de drogas e o comércio ilegal de armas de fogo em Minas Gerais. Dos su

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 25/09/2018 14:47 | 431 visualizações
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Promotores de Justiça ligados ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em conjunto com a Polícia Militar, prenderam 35 pessoas envolvidas com o tráfico de drogas e o comércio ilegal de armas de fogo em Minas Gerais. Dos suspeitos, 10 já estavam presos e os outros 25 foram localizados nesta segunda-feira, 24, durante a Operação Canaã. Com os suspeitos foram apreendidas drogas, armas, celulares, joias, computadores, veículos e mais de R$ 100 mil. As prisões ocorreram nos municípios mineiros de Patos de Minas, Uberlândia, Patrocínio, Coromandel, Buritizeiro e São Gonçalo do Abaeté, onde foi detido o vereador Paulo Roberto da Silva (PROS), o "Paulo do Táxi", como é conhecido na cidade. Segundo o promotor Paulo César Freitas, foram nove meses de investigações até se chegar à última fase da operação com a prisão dos envolvidos. Além de da venda de drogas e armas, eles são investigados por crimes como furtos, roubos, receptação e lavagem de dinheiro. + Professor de judô é preso suspeito de estuprar alunos No caso do vereador, ele foi preso por sua atuação como taxista. Ele e outros dois motoristas estariam prestando serviço de transporte de mercadorias para a quadrilha. "Ficou muito claro o envolvimento deles", falou o promotor. "Eles recebiam para isso mais do que o valor de uma corrida normal", completou. Defesa O vereador garante que não sabe o motivo de ter sido preso. Na delegacia, falou que nunca teve relação com a quadrilha. "Não vou abrir as malas das pessoas para saber o que tem dentro", se defendeu Paulo do Táxi. "E vou provar a minha inocência", finalizou.

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