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Mais de 287 são presos e 110 ficam feridos durante protesto em Paris

Mais de 287 são presos e 110 ficam feridos durante protesto em Paris

A capital francesa, Paris, foi palco neste sábado (1º) da terceira grande manifestação contra o aumento do preço dos combustíveis, organizada pelo movimento "gilet jaune" (coletes amarelos, na tradução). De acordo com agências internacionais, Pelo me

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 02/12/2018 12:39 | 486 visualizações
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capital francesa, Paris, foi palco neste sábado (1º) da terceira grande manifestação contra o aumento do preço dos combustíveis, organizada pelo movimento "gilet jaune" (coletes amarelos, na tradução). De acordo com agências internacionais, Pelo menos 287 pessoas foram detidas e 110 ficaram feridas (11 das forças de segurança), segundo o jornal "Le Monde". Os manifestantes, cerca de 5,5 mil, segundo o primeiro-ministro francês, Edouard Philippe, se reuniram durante a manhã, na região da Avenida Champs-Elysees. Cinco mil agentes das forças de segurança foram convocados para evitar episódios de violência como os ocorridos nos protestos anteriores, onde duas pessoas morreram. No entanto, os manifestantes e os policiais entraram em confronto durante o ato, que durou três horas. As forças francesas usaram gás de efeito moral e canhões de água contra o público. No restante do país também houve protestos. Calcula-se que 36 mil pessoas tenham saído às ruas. +Após recuo do Brasil, Guatemala se oferece para sediar Cúpula do Clima O primeiro grande protesto do movimento "gilet jaune" ocorreu em 17 de novembro, contra o aumento do preço do combustível, principalmente do diesel. O colete amarelo, item obrigatório para motoristas na França, virou símbolo do descontentamento. No entanto, os manifestantes também criticam as políticas sociais e econômicas do presidente Emmanuel Macron, que prometeu revogar o reajuste do combustível. (ANSA)

Após o fim da Cúpula do G20, em Buenos Aires, o presidente francês Emmanuel Macron falou a imprensa sobre os protestos que foram deram lugar para atos de vandalismo e violência.

"Nada justifica que forças de segurança sejam atacadas, lojas saqueada, prédios públicos e privados incendiados, pedestres e jornalistas ameaçados ou o Arco do Triunfo sujo", disse à imprensa.

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