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LUTO:  Em Caxias...Maranhão e Brasil...morreu Antonio Cruz

LUTO: Em Caxias...Maranhão e Brasil...morreu Antonio Cruz

Alberto Pessoa (especial para o blog repasse informativo) A notícia do falecimento do músico caxiense Antônio Cruz na tarde desde sábado (24), pegou de surpresa muitos de seus conterrâneos que não esperavam pelo falecimento prematuro do músico.

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 24/08/2019 19:45 | 644 visualizações
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Alberto Pessoa (especial para o blog repasse informativo) A notícia do falecimento do músico caxiense Antônio Cruz na tarde desde sábado (24), pegou de surpresa muitos de seus conterrâneos que não esperavam pelo falecimento prematuro do músico. Antônio Nascimento Cruz era músico,, compositor, pesquisador e folclorista.Caxiense, maranhense, Brasileiro, morou em São Paulo. Na Cidade do México, Morelos e península de Yucatam, onde conviveu com culturas Nativas, Maias e Astecas, entre outras. Morou nos Estados Unidos,Califórnia, percorreu o Canadá todo até a cerimo- nia da Aurora Boreal com os índios esquimós. Morou na Espanha na cidade de Mála- ga, estado de Andaluzia, Sobrevivente do Terremoto do México de 1985, voltou para para Caxias onde fundou o cefol folclórico de Cultura onde deixou um rico acervo deverá ser como uma referência cultural do município. António Cruz foi uma das pessoas mais incríveis que eu já conheci. Amigo, solidário, companheiro de verdade. No início deste ano tive a honra de ser convidado por António Cruz para prefaciar e organizar, bem como colaborar na revisão de sua obra, não publicada. Que fala sobre os mistérios da ilha de Lençóis, no Maranhão. Era o seu sonho derradeiro a publicação dessa obra a qual, está pronta para impressão. Em sua mensagem inicial na obra António Cruz dizia: Há décadas, quando eu era menino, comecei a fre-quentar os terreiros de Tambor de ,, a quem todos teríamos que obedecer suas leis e suas ordens. Ensinamentos estes que até hoje se preserva de forma natural. Na ilha, Apicum-Açú a popula- ção era formada por negros, albinos e índios. Lá se poderia entender este mistério da encantaria. Estava em viagem, que já tinha sido adiada por muitas vezes e até décadas. Toda vez que eu estava em perigo ou dificuldades, procu- rava conversar com este Deus maior, Jesus, Oxalá, Buda, Maomé, Krishna. Toda vez que eu rezava, que meditava, o meu espirito era transportado para lá, para esta ilha de Lençóis berço da encantaria maranhense. Programei várias vezes esta viagem com amigos, amigas, mais nunca dava certo por diferentes motivos, quando chegou a hora, em lu- gar de ir para o México novamente, sabia que antes tinha que ir lá cumprir minha missão. Fui para a Ilha de Lençóis sozinho, acompanhado do meu Cazumbá, (espirito de luz), sem pressa vendo a missão ser cumprida, muitas rezas, no caminho muitas preces, choros, reflexões afinal foram qua- tro dias e três noites para chegar até lá, na Ilha de Lençóis. A casa do Criador. A ilha do Rey Dom Sebastião, peça vc para entrar e reze para sair. Caxias, 28 de setembro de 2017.

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