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MATO GROSSONúmero de vítimas de caminhoneiro que transmitiu vírus HIV sobe para seis

MATO GROSSONúmero de vítimas de caminhoneiro que transmitiu vírus HIV sobe para seis

número de vítimas do caminhoneiro Haroldo Duarte da Silveira, 32 anos, subiu para seis. De acordo com a Polícia Judiciária Civil, na sexta-feira (30), uma nova vítima procurou o órgão para registro de ocorrência. Haroldo foi preso na quinta-feira (29

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 01/09/2019 20:03 | 407 visualizações
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número de vítimas do caminhoneiro Haroldo Duarte da Silveira, 32 anos, subiu para seis. De acordo com a Polícia Judiciária Civil, na sexta-feira (30), uma nova vítima procurou o órgão para registro de ocorrência. Haroldo foi preso na quinta-feira (29), acusado de transmitir o vírus HIV para diversas mulheres. A prisão de Haroldo se deu em caráter preventivo porque, segundo a delegada Nubya Beatriz Gomes dos Reis, a detenção via salvaguardar a integridade física e psicológica das vítimas. Ele foi encaminhado para o Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), antigo presídio do Carumbé. “Oriento as mulheres que se relacionam com o suspeito que realizem o exame para constatação do vírus, e se o tempo de aquisição da doença coincidir com o do relacionamento que procure esta delegacia para que possamos instaurar novos inquéritos policiais e investigar os fatos”, pediu a delegada. O suspeito foi indicado também por quatro tentativas de feminicídio. Ele estava fora de Mato Grosso e foi preso ao retornar para a capital. De acordo com as vítimas, Haroldo nunca afirmou ser portador do vírus ou ter usado qualquer tipo de proteção. Ao Olhar Direto, uma das vítimas disse que Haroldo sabia da condição, o conheceu em uma rede social e afirmou que busca Justiça para outras vítimas que nem sabem que podem estar carregando a doença. “Quando eu contei para ele, ficou revoltado, disse que eu que tinha passado a doença para ele. Nesta mesma época, descobri que ele ficava com outra mulher também. Fiz tratamento para depressão e comecei a tomar os remédios. Resolvi procurar a polícia porque eu não queria que ele continuasse fazendo isto com outras mulheres”, disse a vítima.

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