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Aliados de Moro comemoram 1ª pesquisa eleitoral de 2022 por um motivo

Aliados de Moro comemoram 1ª pesquisa eleitoral de 2022 por um motivo

Aliados de Sergio Moro (Podemos) veem ao menos um motivo para comemorar a primeira pesquisa eleitoral divulgada em 2022, apesar de o ex-juiz não ter alcançado sequer os dois dígitos no levantamento. O motivo da comemoração é a alta rejeição do pr

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 15/01/2022 12:23 | 131 visualizações
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Aliados de Sergio Moro (Podemos) veem ao menos um motivo para comemorar a primeira pesquisa eleitoral divulgada em 2022, apesar de o ex-juiz não ter alcançado sequer os dois dígitos no levantamento.

O motivo da comemoração é a alta rejeição do presidente Jair Bolsonaro (PL) revelada pelo levantamento. Dentre os candidatos, Bolsonaro foi quem apresentou maior rejeição.

De acordo com a pesquisa da Quaest e da Genial Investimentos divulgado na quarta-feira (12/1), 66% dos entrevistados dizem que conhecem e que não votariam no atual presidente da República.

Na imagem colorida, dois homens estão centralizados. Eles usam terno e gravada escuro, possuem cabelo curto e ambos são brancos

A relação, então amigável, se torna insustentável. Em entrevistas e nas redes sociais, Moro e Bolsonaro protagonizam trocas de farpasRafaela Felicciano/Metrópoles

Após 22 anos de magistratura, o ex-juiz Sérgio Moro, conhecido por conduzir a Lava Jato, firmou aliança com Bolsonaro e assumiu a condução do Ministério da Justiça em 2019Rafaela Felicciano/Metrópoles

Na imagem colorida, dois homens estão centralizados. Eles usam terno e gravada escuro, possuem cabelo curto e ambos são brancos

A união dos dois se deu pela forte oposição ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT)Igo Estrela/Metrópoles

Na imagem colorida, dois homens estão centralizados. Eles usam terno e gravada escuro, possuem cabelo curto e ambos são brancos

Presidente Jair Bolsonaro e o então ministro Sergio MoroIgo Estrela/Metrópoles

Na imagem colorida, dois homens estão centralizados. Eles usam terno e gravada escuro, possuem cabelo curto e ambos são brancos

Uma vez aliados, Bolsonaro e Moro trocam críticas públicas frequentementeAndre Borges/Esp. Metrópoles

Na imagem colorida, dois homens estão centralizados. Eles usam terno e gravada escuro, possuem cabelo curto e ambos são brancos

No fim de agosto de 2019, Bolsonaro ameaçou tirar Maurício Valeixo, chefe da Polícia Federal indicado por Moro, do cargo de direção da corporação Rafaela Felicciano/Metrópoles

Na imagem colorida, dois homens estão centralizados. Eles usam terno e gravada escuro, possuem cabelo curto e ambos são brancos

“Ele é subordinado a mim, não ao ministro, deixar bem claro isso aí”, afirmou o presidente na épocaRafaela Felicciano/Metrópoles

Na imagem colorida, dois homens estão centralizados. Eles usam terno e gravada escuro, possuem cabelo curto e ambos são brancos

Em 24 de abril de 2020, Bolsonaro exonerou Valeixo do comando da PF e Moro foi surpreendido com a decisãoRafaela Felicciano/Metrópoles

Na imagem colorida, dois homens estão centralizados. Um está em frente ao outro

Indignado, o ex-ministro convocou coletiva para o mesmo dia, quando anunciou a exoneração e deixou o comando do ministérioHUGO BARRETO/ Metrópoles

Na imagem colorida, um homem está posicionado à esquerda. Ele veste blazer escuro e gravata preta. Ele possui cabelo preto

Sergio Moro, então, decidiu se mudar para os Estados Unidos. Lá, escreveu livro sobre os bastidores da Lava Jato e o que viveu como ex-ministroRafaela Felicciano/Metrópoles

Na imagem colorida, um homem está posicionado à esquerda. Ele veste blazer escuro e gravata preta. Ele possui cabelo preto

Em novembro, retorna ao Brasil e se filia ao partido Podemos. Pela sigla, se lançou a pré-candidato à Presidência da RepúblicaRafaela Felicciano/Metrópoles

Na imagem colorida, dois homens estão centralizados. Eles usam terno e gravada escuro, possuem cabelo curto e ambos são brancos

A relação, então amigável, se torna insustentável. Em entrevistas e nas redes sociais, Moro e Bolsonaro protagonizam trocas de farpasRafaela Felicciano/Metrópoles

Após 22 anos de magistratura, o ex-juiz Sérgio Moro, conhecido por conduzir a Lava Jato, firmou aliança com Bolsonaro e assumiu a condução do Ministério da Justiça em 2019Rafaela Felicciano/Metrópoles111234567891011

Aliados de Moro argumentam que a rejeição do atual ocupante do Palácio do Planalto seria benéfica ao ex-juiz porque que o ex-ministro da Justiça tem mais chance de tirar votos de Bolsonaro do que de Lula (PT).

Já sobre a própria rejeição de Moro, os apoiadores do ex-juiz argumentam que ela poderá ser revertida. Moro é o terceiro mais rejeitado, com 59%, atrás de Bolsonaro e do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com 60%.

Diante desse cenário, o grupo do ex-juiz da Lava Jato defende que a estratégia deve ser tentar fortalecer o nome de Moro e diminuir a “pulverização da terceira via”.

“A pulverização dos nomes da terceira via atrapalha a cabeça do eleitor e favorece o Lula. As pessoas querem uma solução rápida e a disseminação de nomes, proliferação de candidatos, de ideias, é tudo muito confuso para um eleitor que está buscando uma solução”, disse à coluna do deputado Júnior Bozzella (PSL-SP).

Como mostrou a coluna, aliados de Moro têm defendido, nos bastidores, que Doria aceite ser vice do ex-juiz. A avaliação é que este seria o melhor caminho para vencer a polarização entre Lula e Bolsonaro.

https://www.metropoles.com/colunas

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