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Marido ajudou esposa a matar 'rival' em Santos, conclui polícia Homem identificado como Ronaldo será indiciado e poderá ser preso

Marido ajudou esposa a matar 'rival' em Santos, conclui polícia Homem identificado como Ronaldo será indiciado e poderá ser preso

Ainvestigação sobre a morte a facadas de Érica Oliveira da Silva, ocorrida no sábado (13), em Santos (SP), está próxima do fim. Nesta quinta-feira (18), a Polícia Civil da cidade chegou à conclusão de que Angélica da Cruz teve a ajuda do marido, até

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 18/01/2018 19:29 | 3 visualizações
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Ainvestigação sobre a morte a facadas de Érica Oliveira da Silva, ocorrida no sábado (13), em Santos (SP), está próxima do fim. Nesta quinta-feira (18), a Polícia Civil da cidade chegou à conclusão de que Angélica da Cruz teve a ajuda do marido, até o momento identificado apenas como Ronaldo, para cometer o crime - ele será indiciado e poderá ser preso. Além da morte de Érica, a ação provocou ferimentos em duas das irmãs da vítima fatal, que tentaram defendê-la durante a confusão. "Eu ouvi as vítimas que sobreviveram e, a partir do que cada uma disse, podemos concluir que o marido de Angélica, identificado como Ronaldo, vulgo Dinho, ajudou a matar Érica e a ferir uma das duas. Por isso, ele também será indiciado", explicou ao G1 o delegado Marcos Alexandre Alfino. A família apresenta uma versão antagônica, mas estamos ouvindo testemunhas para entender o que houve. Sabemos, por ora, que o companheiro da presa foi o único que ajudou efetivamente", complementa. ENTENDA O CASO A briga entre as vizinhas e "rivais" ocorreu no sábado (13). Segundo a versão da família da vítima fatal, Angélica estaria inconformada por não ter conseguido o emprego de Érica como assistente administrativa de uma empresa do bairro de Monte Cabrão, em Santos. "Ela estava desempregada e queria a vaga da minha irmã. Sempre que a Érica passava, elas se provocavam. Isso acontecia todos os dias", explicou, em entrevista ao G1, a irmã da Érica, Rafaela Oliveira da Silva. Momentos antes do crime, Érica, Rafaela e outras duas irmãs voltavam pra casa, quando foram abordadas por Angélica. "Eu não lembro o que foi que ela disse, mas sei que ela gritou algo e minha irmã começou a retrucar. Elas começaram um bate-boca e o pai, o irmão e o marido da agressora saíram para ajudar", relembrou Rafaela. Angélica está presa preventivamente.

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