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Diminui em quatro anos o tempo de duração dos casamentos no Maranhão, aponta IBGE

Diminui em quatro anos o tempo de duração dos casamentos no Maranhão, aponta IBGE

O tempo de duração dos casamentos no Maranhão diminuiu em 10 anos, e o Estado é o 7º no tempo de duração dos matrimônios no Brasil. Em 2010, o tempo médio de duração do casamento de cônjuges de sexo oposto no Maranhão era de 18,3 anos, e reduziu par

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 20/02/2022 20:16 | 189 visualizações
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O tempo de duração dos casamentos no Maranhão diminuiu em 10 anos, e o Estado é o 7º no tempo de duração dos matrimônios no Brasil. Em 2010, o tempo médio de duração do casamento de cônjuges de sexo oposto no Maranhão era de 18,3 anos, e reduziu para 14,3 anos em 2020.

Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados na última sexta-feira (18), por meio das Estatísticas do Registro Civil - divórcios judiciais e extrajudiciais.

A redução do tempo de matrimônio no Estado acompanha a queda verificada no Brasil. No país, em 2010, o tempo médio de duração do casamento de cônjuges de sexo oposto era de 15,9 anos. Uma década depois (2020), esse número se reduziu para 13,3 anos. De acordo com o IBGE, apesar de o Maranhão acompanhar a queda do país, os casamentos no Estado se apresentam mais duradouros que a média nacional.

IBGE também apontou que a idade média dos cônjuges na data do divórcio no Maranhão era de 39,9 anos para mulheres e 43,2 para os homens. No Brasil, a média era de aproximadamente 40 anos para as mulheres e 43 anos para os homens.

A pesquisa indica, ainda, que no Maranhão o percentual de divórcios dos casais com filhos menores compreendia quase 47%, enquanto os arranjos familiares sem filhos 38,9% dos divórcios.

Já a guarda compartilhada (ambos os cônjuges sendo os responsáveis) vem crescendo ao longo dos últimos anos. No Maranhão, o número subiu 12,3% (em 2014) para 34,2% (em 2020). O crescimento foi influenciado pela lei 13.058, a qual determinou que essa modalidade de guarda deve ser padrão, a menos que um dos pais abra mão ou que não tenha condições de exercê-la.

De acordo com o IBGE, a divulgação dos dados de divórcios atende às recomendações da Divisão de Estatística da Organização das Nações Unidas (United Nations Statistics Division – UNSD) de inclusão desses processos nas estatísticas vitais, que também comportam informações sobre nascimentos, casamentos e óbitos.

https://g1.globo.com/

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