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CULTURA: O que se comemora hoje ( 21/2)

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Dia Mundial da Baleia: saiba tudo sobre o gigante aquático Em 19 de fevereiro de 1986, a IWC (Comissão Baleeira Internacional) proibiu a pesca comercial das baleias em diversos países e, consequentemente, o comércio da carne desses anim

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 21/02/2022 06:36 | 322 visualizações
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Dia Mundial da Baleia: saiba tudo sobre o gigante aquático

Em 19 de fevereiro de 1986, a IWC (Comissão Baleeira Internacional) proibiu a pesca comercial das baleias em diversos países e, consequentemente, o comércio da carne desses animais. Então, mesmo que haja um data especial para o mamífero em 23 de julho, o terceiro domingo de fevereiro também ganhou um significado especial, levantando a bandeira da importância de conservação do gigante aquático.

Não existe forma melhor de promover a proteção deste animal, do que munindo as pessoas de informações e promovendo a educação ambiental. Portanto, confira a ficha completa do maior mamífero do mundo.

CLASSIFICAÇÃO BIOLÓGICA

As baleias fazem parte da ordem Cetacea, que compreende mamíferos como baleias, golfinhos e botos. Ela é composta por duas subordens: Mysticeti, que engloba as baleias-verdadeiras, também conhecidas como baleias-de-barbatana; e a Odontoceti, que abrange os golfinhos e as “baleias” de dentes. 

Apesar de muitas pessoas englobarem ambos na denominação “baleia”, alguns estudiosos defendem que apenas os misticetos podem ser chamados de baleias. 

Baleia-franca-austral (Eubalaena australis) | Foto: Marcio Lisa/Biofaces

SOBRE OS CETÁCEOS 

Esses animais são originários da ordem Artiodactylas, que surgiu há cerca de 50 milhões de anos! Eles apresentam características típicas do grupo de mamíferos, como a amamentação e corpo endotérmico (fonte de calor interna). No entanto, sofreram algumas adaptações evolutivas no decorrer dos anos, para viver bem no meio aquático. Dentre essas adaptações, destacam-se o corpo hidrodinâmico, membros anteriores modificados em nadadeiras e ausência de pelos no corpo, fatores que reduzem o atrito com a água e facilitam a movimentação.

A respiração dos cetáceos é pulmonar. Ou seja, eles têm a necessidade de subir até a superfície para extrair o oxigênio da atmosfera. Quando mergulham, conseguem ficar longos períodos sem respirar. Possuem sistema circulatório e respiratório mais eficientes do que outros mamíferos, ou seja, em profundidade o batimento cardíaco cai e há menor gasto de oxigênio, além de terem o dobro de eritrócitos e hemoglobina para o transporte de oxigênio.

Outra característica relevante é a existência de uma camada espessa de gordura subcutânea, que auxilia na flutuação e ajuda na manutenção da temperatura corporal. 

SOBRE AS BALEIAS 

As baleias podem ser facilmente reconhecidas pelo seu tamanho. A baleia-azul (Balaenoptera musculus), por exemplo, que é o maior animal do mundo, pode chegar a 33 metros de comprimento e até 140 toneladas! 

Elas costumam se comunicar por meio de vocalizações e usam a ecolocalização para se orientar no oceano. Depois dos primatas, existem espécies que são consideradas as mais inteligentes entre os mamíferos!

Por tratar-se de um animal com diversas espécies diferentes e características distintas, é complicado saber a idade exata que alcançam, mas há registros com espécies que vivem perto dos cem anos! 

Alimentação

As baleias-de-barbatana recebem esse nome por conta das estruturas que lembram cerdas no lugar dos dentes. Essa característica auxilia na alimentação dos mamíferos, que consiste na filtragem da água para captura de pequenos plânctons. Elas enchem a boca de água, depois a fecham, expelindo a água pelas barbatanas. Assim, as estruturas funcionam como verdadeiros filtros, retendo o alimento dentro da boca.

Reprodução

Cada espécie apresenta um padrão diferente. Mas, a maioria das espécies tem uma única estação reprodutiva por ano. As fêmeas acasalam, geralmente, com mais de um macho por período e as gestações duram de 10 a 17 meses. 

Mamãe e filhote de baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) | Foto: Leonardo Merçon/Biofaces.

Os filhotes costumam nascer nas estações mais quentes e já saem nadando. Ficam sob os cuidados da mãe de seis meses até aproximadamente 2 anos. 

Status de Conservação

A maioria das espécies encontram-se ameaçadas de extinção, principalmente por conta da caça predatória, que utiliza a gordura, carne, ou barbatanas do animal para comercialização. Infelizmente, a baixa taxa reprodutiva, aliada à caça intensa, não facilitam a recuperação das populações.

Baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) | Foto: Liliane Lodi/Biofaces.

Agora que você já sabe tudo sobre o maior mamífero do mundo, que tal registrar belas imagens do animal e publicar no Biofaces? Para ter resultados ainda mais incríveis, você pode aproveitar nossas dicas para fotografar animais aquáticos!

https://blog.biofaces.com/

Dia Internacional da Língua Materna é celebrado anualmente em 21 de fevereiro em todo o planeta.

Criada pela UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, em 17 de novembro de 1999, o Dia Internacional da Língua Materna tem o objetivo de promover a diversidade linguística e cultura entre as diferentes nações.

Além disso, esta data também convida a todos os países membros da UNESCO e suas matrizes a refletirem sobre a preservação das particularidades linguísticas e culturais de cada sociedade.

Origem do Dia Internacional da Língua Materna

A ideia para proclamar um dia dedicado à língua materna surgiu a partir do Dia do Movimento da Língua, criado em 1952 e celebrado desde então em Bangladesh.

Um grupo de estudantes organizaram uma campanha para incluir o bengalês como uma das línguas oficiais do Paquistão, em 21 de fevereiro de 1952. No entanto, acabaram sendo todos assassinados por forças policiais, que atearam fogo em seus corpos.

Este movimento em prol da inclusão do bengalês começou quando Muhammad Ali Jinnah, general paquistanês, declarou que o idioma Urdu passaria a valer como língua oficial tanto no Paquistão do Oeste, como no Leste (local que tinha como língua principal o bengali).

Fonte: Portal Escolar

Dia 21 de Fevereiro é comemorado o Dia da Conquista do Monte Castelo (1945).
Mais importante que tudo é, cada vez mais, valorizar nossos servidores civis e militares – mais valioso patrimônio de que dispomos –, para que possam exercer com toda pujança sua verdadeira vocação.

Soldados de Caxias – gente fardada e sem farda, da ativa e da reserva, civis e militares, de todas as origens e de todos os quadrantes do nosso território –, comemoremos com entusiasmo e fé o aniversário do nosso Exército! Devemos nos orgulhar da confiança que a Nação nos credita; de ser “braço forte e mão amiga”; de espalhar brasilidade; de cultuar valores democráticos; de enfrentar adversidades; e de colocar a Pátria acima de qualquer ambição pessoal e dar rosto à soberania brasileira.

A sentinela da Pátria não dorme. Alertas, participemos ativamente do desenvolvimento nacional, adestrando-nos para o combate e cultuando ostensivamente o “amor febril pelo Brasil”. Assim, “se a Pátria amada for um dia ultrajada”, estaremos prontos para “lutar sem temor”. Parabéns, Exército Brasileiro, pelo seu dia!

Esta terra tem dono!

Voltando o olhar para o passado, vemos, nos Montes Guararapes, brasileiros das três raças, unidos já pelo sentimento de Pátria, expulsando o invasor e criando as bases de um Exército genuinamente brasileiro. A seguir,vemos a atuação do “povo em armas” na consolidação da Independência, na pacificação das províncias, na conquista da unidade nacional, na proclamação da República e na obtenção da coesão interna. Vemos o forjar da Força Terrestre, a dura têmpera conquistada a ferro e fogo nas guerras do Prata e na Campanha da Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Mais recentemente, vemos um Exército solidário na reconstrução da paz e da harmonia entre os povos, em todos os continentes.

No presente, enfrentando dificuldades enormes, que desafiam nossa perseverança e testam nossa vocação, temos mantido o Exército coeso e disciplinado, adestrado para cumprir sua missão constitucional, graças, sobretudo, à criatividade, à gestão austera e à ação de comando dos chefes militares em todos os níveis. Essa nossa gente corajosa, acostumada a enfrentar adversidades e a superar desafios, está empenhada no aparelhamento de um Exército suficientemente dissuasor, à altura da estrutura político-estratégica do Brasil, e sempre harmonizado com os valores históricos, culturais e espirituais que conformam a alma do nosso povo. Essa nossa gente austera – quer na solidão das nossas fronteiras, superando o cansaço, o desconforto, as endemias e a ausência da família; quer nas nossas outras centenas de guarnições articuladas por todo o território nacional – hasteia diariamente a Bandeira Nacional reafirmando, sem temor, que “esta terra tem dono”.

A união entre a coroa lusa e a espanhola, em 1580, que tornou as terras da América pertencentes a um só rei e senhor, permitiu o alargamento da base física da colônia portuguesa, pela extraordinária ação exploradora empreendida pelas Entradas e Bandeiras. Naquela época, os portugueses, estimulados por notável visão estratégica, buscaram fixar os limites da colônia em acidentes geográficos bem nítidos e o mais possível a Oeste. Assim, no interior da Amazônia, nos pampas sulinos e nos confins dos sertões, à medida que avançava a marcha desbravadora dos bandeirantes, surgiam fortes e fortins – sentinelas de pedra a bradar: “esta terra tem dono!”.

Após a Independência

Após a Independência, em 1822, a atuação do Exército Brasileiro, internamente, foi decisiva para derrotar todas as tentativas de fragmentação territorial e social do País. A manutenção da unidade nacional, penosamente legada por nossos antepassados, é decorrente das suas ações, em particular, da atuação do Duque de Caxias. Desse modo, ontem, como hoje, prevaleceu a necessidade de segurança e integração nacionais, reflexo da vontade soberana do povo, expressa, como ideal intangível, nas Constituições brasileiras de todos os tempos.

Já no âmbito internacional, participou vitoriosamente do conflito que, na segunda metade do século XIX, ocorreu no cone sul do continente sul-americano: a Guerra da Tríplice Aliança.

Em decorrência da sintonia permanente que o Exército sempre teve com a sociedade brasileira, seu papel foi decisivo na Proclamação e na Consolidação da República. Naquele período particularmente conturbado, os militares desempenharam papel de moderação, idêntico ao exercido pelo Imperador na monarquia, garantindo a sobrevivência das instituições.

Após a I Guerra Mundial, o Exército experimentou um período de soerguimento profissional, que iria completar-se com a contratação, em 1920, da Missão Militar Francesa. Porém, foi a obra ciclópica de Rondon, interligando os sertões interiores aos grandes centros, reconhecida internacionalmente como conquista da humanidade, o que mais marcou esse início de século.

A II Guerra Mundial trouxe modificações significativas na evolução do Exército Brasileiro. Em 1942, em resposta ao torpedeamento de vários de seus navios mercantes, o Brasil declarou guerra às potências do Eixo.

https://www.amambainoticias.com.br/

Brasil na 2ª Guerra Mundial: a conquista de Monte Castello

Uma breve história da também breve – mas corajosa – participação brasileira no maior conflito da história.

"O dia 21 de fevereiro de 1945 será lembrado, para sempre, como um dos mais gloriosos da história do Exército Brasileiro. Naquele dia, a conquista do Monte Castello, na Cordilheira dos Apeninos italianos, constituiu admirável exemplo da bravura, abnegação e tenacidade do soldado brasileiro. Nesse local, os pracinhas lutaram arduamente e venceram os adversários alemães, que estavam fortemente entrincheirados em uma situação dominante do terreno, de onde batiam com fogos precisos todas as vias de acesso que levavam à sua posição.

Naqueles anos, desenrolava-se a II Guerra Mundial. O Brasil declarara guerra aos países do Eixo, Alemanha, Itália e Japão, depois de ter sido agredido com o afundamento de vários navios mercantes de bandeira nacional, um terço dos quais em seu próprio mar territorial. A decisão governamental de declarar a guerra foi amplamente respaldada pela Nação brasileira, profundamente chocada com os naufrágios e a perda de centenas de vítimas inocentes. Tomada a decisão, teve início a preparação da Força Expedicionária Brasileira (FEB), que seria enviada para combater na península italiana, como parte das forças aliadas empregadas no Teatro de Operações europeu.

Depois de uma complexa preparação ainda no Brasil, que incluiu mudanças organizacionais e doutrinárias profundas, além da adaptação ao novo material bélico norte-americano, o 1º escalão da FEB desembarcou em 16 de julho de 1944, em Nápoles, onde prosseguiu o seu adestramento. Em 15 de setembro, o Destacamento FEB já estava em operações na região do Rio Sercchio, onde colheu as primeiras vitórias para as tropas brasileiras. Desta fase, sobressaem a ocupação de Camaiore, Monte Prano, Fornaci e Barga, gloriosos e indeléveis marcos da campanha da FEB na Itália.

Na fase subsequente e já com o seu efetivo reforçado, a 1ª Divisão de Infantaria da FEB recebeu uma frente extensa para manter no Vale do Reno, no terreno montanhoso dos Apeninos, lugar em que desenrolou-se a defensiva de inverno, junto à Linha Gótica ocupada pelos alemães, fase essa marcada por incessantes ações de inquietação pelo fogo e intensa atividade de patrulhas, por ambas as partes, e algumas ações ofensivas de maior vulto.

Nesse contexto, em 21 de fevereiro de 1945, aconteceu o derradeiro ataque ao Monte Castello, elevação dominante à frente das linhas brasileiras. Às 5h30 daquele dia, a 1ª Divisão de Infantaria da FEB iniciou o ataque liderado pelo 1º Regimento de Infantaria depois de uma forte preparação de Artilharia. Após 12 horas de violentos combates, agravados pelo terreno escarpado e pelo frio do inverno na cordilheira, elementos do 1º Batalhão de Infantaria atingiram o topo do monte. Na sequência, frações dos demais batalhões começaram a chegar, materializando, finalmente, a conquista do objetivo e o triunfo das armas nacionais.

Monte Castello caiu, mas a um custo elevado. Entre mortos, feridos e desaparecidos, foram mais de 478 baixas, representando a terça parte de todas as perdas da campanha da FEB. Somente no último ataque, foram 103 baixas para selar a conquista do “monte maldito”, como os soldados assim o chamavam. Aqueles mesmos soldados, que como nós juraram morrer pela Pátria, se preciso fosse, levaram esse compromisso às últimas consequências. Foram disciplinados, cumpridores do seu dever, destemidos, verdadeiros heróis que lutaram por um mundo melhor de liberdade e democracia para todas as nações, inclusive para o Brasil.

A Tomada de Monte Castello significou não somente a conquista de um objetivo militar estratégico, que conduziu a FEB a expressivas vitórias, culminando no rompimento da Linha Gótica e contribuindo para a ofensiva no Teatro de Operações da Itália. A conquista de Monte Castello também significou a demonstração inequívoca do valor do soldado brasileiro, que soube superar as adversidades, buscando a vitória final. Aos que lutaram em Monte Castello, verdadeiros heróis brasileiros, o preito de orgulho e reconhecimento dos soldados de hoje pelo sacrifício em prol da liberdade.

HOJE E SEMPRE, HONRA E GLÓRIA AOS ETERNOS HERÓIS DE MONTE CASTELLO!"

(Fonte: Centro de Comunicação Social do Exército)

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