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CULTURA: O que se comemora hoje (1/3) - Carnaval - Dia Mundial da Proteção Civil - Dia Mundial de Zero Discriminação

CULTURA: O que se comemora hoje (1/3) - Carnaval - Dia Mundial da Proteção Civil - Dia Mundial de Zero Discriminação

O Carnaval 2022 cai no dia 1 de março. Apesar de ser tradicionalmente um dia de folga, não é feriado nacional, mas ponto facultativo. Sendo assim, fica a critério das empresas suspenderem ou não as atividades no período dessa festividade. Al

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 01/03/2022 07:24 | 318 visualizações
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O Carnaval 2022 cai no dia 1 de março. Apesar de ser tradicionalmente um dia de folga, não é feriado nacional, mas ponto facultativo. Sendo assim, fica a critério das empresas suspenderem ou não as atividades no período dessa festividade.

Além da terça-feira de Carnaval, dia 1 de março, a segunda-feira, dia 28 de fevereiro, também é ponto facultativo. No Rio de Janeiro, o Carnaval é feriado estadual, conforme a Lei nº 5243, de 14 de maio de 2008.

Em decorrência da pandemia, muitas capitais cancelaram os blocos de rua, inclusive Rio de Janeiro e São Paulo. Os tradicionais desfiles das escolas de samba do Rio e de São Paulo, entretanto, foram adiados para os dias 22 e 23 de abril, respectivamente sexta e sábado a seguir ao feriado de 21 de abril, Dia de Tiradentes.

O Carnaval é uma celebração de data móvel obrigatoriamente comemorada numa terça-feira, e que ocorre sempre 47 dias antes da Páscoa. Na verdade, o Carnaval compreende vários dias de folia, começando pelo fim de semana que antecede a terça de carnaval.

Quando será o Carnaval nos próximos anos?

Como dito, o Carnaval é uma festa móvel e, por este motivo, todos os anos é comemorado numa data diferente. Para já ir se programando, saiba quais são as datas do Carnaval para os próximos anos.

  • Carnaval 2023 - 21 de fevereiro de 2023
  • Carnaval 2024 - 13 de fevereiro de 2024
  • Carnaval 2025 - 4 de março de 2025
  • Carnaval 2026 - 17 de fevereiro de 2026
  • Carnaval 2027 - 9 de fevereiro de 2027

História: qual o significado do Carnaval?

Embora não se saiba ao certo em que local o Carnaval tenha surgido, ele remonta à Antiguidade.

Vários eventos podem ter influenciado a comemoração como a conhecemos hoje. A troca de papéis sociais que tinha lugar na Babilônia, por exemplo, pode ter originado a utilização de máscaras e fantasias, que propiciavam as pessoas se divertirem sem receios de serem reconhecidas.

Todos os eventos que possivelmente deram origem ao Carnaval, no entanto, tinham origem pagã. Como a igreja não conseguia proibir a comemoração do Carnaval, que era muito popular, a partir de 590 d.C as autoridades eclesiásticas inseriram a Quarta-Feira de Cinzas - marco inicial da Quaresma - logo após o Carnaval.

Originalmente, o termo “carnaval” significa “adeus à carne” (carne levale, em italiano), pois representava, na Idade Média, uma época de festas populares que antecediam um grande jejum, a Quaresma, um período de aproximadamente quarenta dias antes da Páscoa.

Para saber mais sobre o assunto, leia 8 coisas que você não sabia sobre a origem e a história do Carnaval.

Carnaval no Brasil

O Brasil é mundialmente conhecido por essa comemoração festejada em todo país, em especial nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e São Paulo, que fazem grandes desfiles de fantasias com temas variados.

No País, esta festa popular começou a ser comemorada em meados do século XVII, por influência dos europeus, que já festejavam muito antes, principalmente na França, Portugal e na Itália.

Foi apenas no século XX que o Carnaval no Brasil se consolidou com o formato conhecido contemporaneamente. O samba e as marchinhas carnavalescas foram grandes impulsionadores desta festa popular entre os brasileiros.

Ó Abre Alas (1899), de Chiquinha Gonzaga, é considerada a primeira marchinha de Carnaval.

primeira escola de samba, Deixa Falar (hoje, Estácio de Sá), foi criada no Rio de Janeiro em 1928.

No Carnaval, as pessoas se vestem de maneira diferente da habitual, com trajes mais divertidos e inusitados, e comemoram a data indo aos bailes e desfiles específicos da época.

Na cidade do Rio de Janeiro, acontecem os desfiles das tradicionais escolas de samba cariocas, no Sambódromo. Da mesma forma, os habitantes se divertem nos blocos carnavalescos.

A cidade de Recife, capital de Pernambuco, também se destaca por ter o maior bloco de Carnaval do mundo, chamado "Galo da Madrugada".

Em Salvador, na Bahia, a festa é animada pelos trios elétricos, que reúnem os principais nomes da música brasileira.

Com o revival do carnaval de rua e dos blocos, cidades que tradicionalmente não tinham grande expressão na folia, como Belo Horizonte (MG), passaram a realizar sua própria festa.

Dia Mundial de Zero Discriminação 2021 destaca o fim das desigualdades

25 fevereiro 2021

  • No Dia Mundial de Zero Discriminação deste ano, marcado sempre no dia 1º de março, o Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/AIDS (UNAIDS) destaca a urgente necessidade de ação para acabar com as desigualdades em torno de renda, sexo, idade, estado de saúde, ocupação, deficiência, orientação sexual, uso de drogas, identidade de gênero, raça, classe, etnia e religião, que continuam a persistir em todo o mundo.
  • A desigualdade está aumentando para mais de 70% das pessoas ao redor do mundo, o que agrava o risco de exclusão e prejudica o desenvolvimento econômico e social. A COVID-19 está atingindo com mais força as pessoas mais vulneráveis - mesmo com a disponibilização de novas vacinas contra a COVID-19, há grande desigualdade no acesso a elas. Muitas pessoas comparam essa situação a um apartheid de vacinas.
No Dia Mundial de Zero Discriminação deste ano, o UNAIDS destaca a necessidade de ação para acabar com as desigualdades.
Legenda: No Dia Mundial de Zero Discriminação deste ano, o UNAIDS destaca a necessidade de ação para acabar com as desigualdades.Foto: © UNAIDS

No Dia Mundial de Zero Discriminação deste ano, marcado sempre no dia 1º de março, o Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/AIDS (UNAIDS) destaca a urgente necessidade de ação para acabar com as desigualdades em torno de renda, sexo, idade, estado de saúde, ocupação, deficiência, orientação sexual, uso de drogas, identidade de gênero, raça, classe, etnia e religião, que continuam a persistir em todo o mundo.

A desigualdade está aumentando para mais de 70% das pessoas ao redor do mundo, o que agrava o risco de exclusão e prejudica o desenvolvimento econômico e social. A COVID-19 está atingindo com mais força as pessoas mais vulneráveis - mesmo com a disponibilização de novas vacinas contra a COVID-19, há grande desigualdade no acesso a elas. Muitas pessoas comparam essa situação a um apartheid de vacinas.

A discriminação e as desigualdades estão intimamente ligadas. A intersecção de formas de discriminação, seja ela estrutural ou social, contra pessoas e grupos pode levar a uma ampla gama de desigualdades - por exemplo, em relação à renda, índices educacionais, saúde e emprego. No entanto, as próprias desigualdades também podem levar ao estigma e à discriminação. É fundamental, portanto, que quando se busca reduzir as desigualdades, busque-se também lidar com a discriminação.

Pessoas de populações-chave são frequentemente discriminadas, estigmatizadas e, em muitos casos, criminalizadas e vistas como alvo sobre a aplicação da lei. Pesquisas têm mostrado que esta discriminação social e estrutural resulta em desigualdades significativas no acesso à justiça e nos resultados do estado de saúde.

Enfrentar as desigualdades e acabar com a discriminação é fundamental para acabar com a AIDS. O mundo está longe de cumprir o compromisso compartilhado de acabar com a AIDS até 2030 não por causa da falta de conhecimento, capacidade ou meios para vencer a AIDS, mas por causa das desigualdades estruturais que impedem soluções comprovadas na prevenção e tratamento do HIV.

Por exemplo, pesquisas recentes mostram que gays e outros homens que fazem sexo com homens têm duas vezes mais chances de adquirir HIV se morarem em um país com abordagens punitivas sobre a orientação sexual do que se viverem em um país com uma legislação favorável.

A Parceria Global para Ação para Eliminar todas as Formas de Estigma e Discriminação Relacionados ao HIV identificou seis cenários principais onde o estigma e a discriminação ocorrem e criam ou reforçam a desigualdade - o setor da saúde, o setor da educação, o local de trabalho, o sistema de justiça, famílias e comunidades e cenários de emergência humanitária.

Combater a desigualdade não é um compromisso novo - em 2015, todos os países se comprometeram a reduzir a desigualdade dentro e entre os países como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Mas ainda não foi cumprido pelo mundo. Além de ser fundamental para acabar com a AIDS, o combate à desigualdade também avançará em relação aos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV, tornará as sociedades mais bem preparadas para vencer a COVID-19 e outras pandemias, e apoiará a recuperação e estabilidade econômica. Cumprir a promessa de combater a desigualdade salvará milhões de vidas e beneficiará a sociedade como um todo. Para fazer isso, devemos enfrentar a discriminação em todas as suas formas.

Mas, para alcançar dignidade para todas as pessoas, as políticas econômicas e sociais precisam proteger os direitos de todas as pessoas e prestar atenção às necessidades das comunidades desfavorecidas e marginalizadas.

Acabar com a desigualdade requer uma mudança transformadora. São necessários maiores esforços para erradicar a pobreza extrema e a fome, e é preciso investir mais em saúde, educação, proteção social e empregos decentes.

Os governos devem promover o crescimento social e econômico inclusivo. Eles devem eliminar leis, políticas e práticas discriminatórias para garantir oportunidades iguais e reduzir as desigualdades.

Mas todos e todas podem fazer a sua parte, denunciando a discriminação , dando o exemplo ou defendendo a mudança da legislação. Todos têm um papel a cumprir para acabar com a discriminação e, assim, reduzir as desigualdades.

Não se pode alcançar o desenvolvimento sustentável e tornar o planeta melhor para todas as pessoas se as algumas forem excluídas da chance de uma vida melhor. No mundo de hoje, todas e todos estão conectados e conectadas. A desigualdade global afeta a todos e todas, não importando quem são ou de onde vem.

Neste Dia Mundial de Zero Discriminação, junte-se ao UNIADS para conscientizar sobre as desigualdades que impedem as pessoas de viver uma vida plena e produtiva, e exigindo que os governos cumpram seus compromissos e obrigações para acabar com todas as formas de discriminação.

Dia Mundial da Proteção Civil

O Dia Mundial da Proteção Civil, ou Dia Internacional da Proteção Civil, celebra-se anualmente a 1 de março, já que foi nesta data que entrou em vigor a Constituição desta organização.

Trata-se de uma data global, instituída pela Organização Internacional de Proteção Civil (OIPC). O objetivo do dia é chamar a atenção dos vários países do mundo para a importância da proteção civil, nomeadamente para a prevenção e para a coordenação de esforços em caso de emergência e calamidade.

A proteção civil surgiu em 1949 no protocolo 1 do Tratado de Genebra “Proteção das vítimas dos conflitos internacionais armados”, definindo-se como um sistema nacional de gestão dos serviços de emergência que proporciona assistência e proteção a toda a população perante um desastre ou acidente.

Dia da Proteção Civil em Portugal

Em Portugal comemora-se a data oficialmente como Dia da Proteção Civil, no mesmo dia 1 de março, sendo uma efeméride criada pelo Despacho 6915/2008 de 21 de fevereiro do Ministro da Administração Interna.

A coordenação das comemorações do Dia da Proteção Civil está a cargo da Autoridade Nacional de Proteção Civil e de outras entidades com agentes do sistema nacional de proteção civil. Organizam-se habitualmente simulações, exposições, ações de sensibilização e outras iniciativas que tentam informar e integrar a população em geral na proteção civil.

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