Brandão não respeita a memória de Humberto Coutinho - Jonas Filho
A ingratidão tira a feição, já dizia um velho e sábio ditado. A demissão do último bastião coutiniano sepulta uma era que durou quase todo o mandato de Flávio Dino, aquele ilustre desconhecido que chegou ao topo, graças a Deus e em segundo lugar a H
A ingratidão tira a feição, já dizia um velho e sábio ditado. A demissão do último bastião coutiniano sepulta uma era que durou quase todo o mandato de Flávio Dino, aquele ilustre desconhecido que chegou ao topo, graças a Deus e em segundo lugar a Humberto Coutinho. O atual governador não se fez de rogado e numa canetada amarga, Carlos Brandão enterrou a última ala que sobrevivia em Caxias sob o comando de Cleide Coutinho, a direção-geral do hospital Macrorregional de Caxias. O substituto é o ex–secretário adjunto de Saúde de Caxias, Hermando Filho, figura conhecida como persona non grata por centenas de caxienses. A pá de cal veio numa hora em que a frágil aliança Brandão e Coutinho poderá figurar apenas como um palanque de faz-de-contas, onde os interesses na Princesa do Sertão são díspares, pois os clãs das 2 famílias de maior peso eleitoral aqui são antagônicos. Fábio é aliado de Brandão e Ferdinando é aliado de Weverton, assim a equação não fecha e a cada movimento de Brandão abre-se ainda mais o abismo entre o Palácio dos Leões e a família que catapultou Flávio Dino e Brandão à condição de governadores do Maranhão.
Já nao se faz mais político como antigamente, e HC se estivesse vivo estaria à beira de um colapso após tanto desrespeito do governador Brandão.

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