Defesa desiste de recurso, e policial bolsonarista acusado de matar petista vai a júri popular
A defesa do policial bolsonarista Jorge Guaranho, acusado de matar o tesoureiro do PT Marcelo Arruda, desistiu de recurso protocolado no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), o que mantém a decisão de levar o réu a júri popular. O crim
A defesa do policial bolsonarista Jorge Guaranho, acusado de matar o tesoureiro do PT Marcelo Arruda, desistiu de recurso protocolado no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), o que mantém a decisão de levar o réu a júri popular.
O crime foi em julho de 2022. Marcelo foi morto a tiros na própria festa de aniversário que tinha como temática o PT e também o presidente Lula. Relembre mais abaixo
O recurso tinha sido apresentado contra decisão de dezembro de 2022, do juiz Gustavo Germano Francisco Arguello, da 3ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu, que determinou que Guaranho vá a júri.
A desistência foi informada à Corte nesta sexta-feira (28). Os advogados afirmam estar confiantes de que a inocência de Guaranho "certamente" será reconhecida em julgamento.
A defesa da família de Arruda se manifestou após a desistência e disse esperar que a justiça seja feita e com celeridade. Os defensores esperam que o júri seja marcado para este ano
Guaranho está preso no Complexo Médico Penal de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, e é réu por homicídio duplamente qualificado.
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Relembre o caso
O infográfico abaixo mostra a ordem dos acontecimentos no dia do crime, segundo a Polícia Civil:
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Entenda ordem dos acontecimentos no dia do assassinato do petista baleado em festa de aniversário, segundo a polícia — Foto: Arte/g1
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