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Réus acusados de assassinar o congolês Moïse são julgados hoje

Réus acusados de assassinar o congolês Moïse são julgados hoje

Ana Cristina Campos – Repórter da Agência BrasilPublicado em 13/03/2025 - 16:35Rio de Janeiro A 1ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro começou, nesta quinta-feira (13), o julgamento de Fábio Pi

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 13/03/2025 21:20 | 196 visualizações
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Ana Cristina Campos – Repórter da Agência BrasilPublicado em 13/03/2025 - 16:35Rio de Janeiro

A 1ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro começou, nesta quinta-feira (13), o julgamento de Fábio Pirineus da Silva e de Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, acusados de espancar até a morte o imigrante congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, de 24 anos. Até as 16h, depoimentos de testemunhas estavam em andamento.

O crime ocorreu no dia 24 de janeiro de 2022, no quiosque Tropicália, localizado na altura do Posto 8 da praia da Barra da Tijuca, no Rio.
 
O terceiro acusado, Brendon Alexander Luz da Silva, o Tota, não será julgado neste mesmo momento .A defesa do réu recorreu da sentença de pronúncia, e o seu nome foi desmembrado do processo originário. O pedido da defesa está em tramitação no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
 
Os três respondem por homicídio qualificado praticado por motivo fútil, emprego de meio cruel e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

A denúncia oferecida pelo Ministério Público narra que Moïse trabalhou no quiosque como freelancer e que, antes de ser espancado, teria discutido com outro funcionário do local.

Segundo o Ministério Público, o trio cometeu homicídio com crueldade e tratou Moïse como se fosse “um animal peçonhento”, desferindo golpes com um taco de beisebol, socos, chutes e tapas.

Ainda de acordo com a denúncia, o crime foi praticado por motivo fútil, decorrente de uma discussão, e foi utilizado recurso que impossibilitou a defesa da vítima, já que Moïse foi derrubado e imobilizado enquanto era espancado. Depois, ele teve amarrados os pés e as mãos.

Ato em memória do congolês Moïse Kabagambe é realizado no quiosque onde ele morreu após ser espancado, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro

Ato em memória do congolês Moïse Kabagambe é realizado no quiosque onde ele morreu após ser espancado, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro - Tomaz Silva/Agência Brasil

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