AO VIVO
RÁDIO OK FM 93,7 - Caxias/MA • Tá na Ok!.. tá com tudo. • Sintonize: 93,7 FM • WhatsApp: (99) 98812-1474 • A melhor programação é aqui! • RÁDIO OK FM 93,7 - Caxias/MA • Tá na Ok!.. tá com tudo. • Sintonize: 93,7 FM • WhatsApp: (99) 98812-1474 • A melhor programação é aqui! •
A+ A-
OK FM
Enterro de  Nana Caymmi:  três dias antes de morrer a Rádio OK! fm fez homenagem.

Enterro de Nana Caymmi: três dias antes de morrer a Rádio OK! fm fez homenagem.

Cantora faleceu nesta quinta-feira, aos 84 anos O corpo da cantora Nana Caymmi foi enterrado nesta tarde (2), no Cemitério São João Batista, em Botafogo, zona sul do Rio. O velório ocorreu pela manhã, no Theatro Municipal, no centro da ca

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 03/05/2025 05:01 | 91 visualizações
Ouca a materia

Cantora faleceu nesta quinta-feira, aos 84 anos

O corpo da cantora Nana Caymmi foi enterrado nesta tarde (2), no Cemitério São João Batista, em Botafogo, zona sul do Rio. O velório ocorreu pela manhã, no Theatro Municipal, no centro da capital fluminense, e teve a presença de famosos, como o jornalista Amin Khader, além de colegas de profissão, como Elba Ramalho e Gilberto Gil, que falou sobre o que ela representa:

“Tudo! Ter vivido aqui, ter feito o que ela fez, ter tido a voz que teve, ter tido a família que teve, os amigos, tudo, tudo. Ela é inigualável!”.

Já Elba Ramalhou falou sobre as memórias mais marcantes que tem de Nana Caymmi: “Quando Luan nasceu (filho de Elba), Nana esteve na minha vida. Todos os meus aniversários eu costumo fazer uma festa. Então, Nana e Emílio, que era muito amigo nosso também, eram os primeiros a chegar e os últimos a sair. (...) Meu filho também cresceu com a Nana, tanto que ele postou uma foto dele criança com a Nana ali abraçando ele”.

A cantora morreu na quinta-feira (1º), no Rio de Janeiro, aos 84 anos. Nana estava internada na clínica São José, em Botafogo, zona sul da capital carioca, desde agosto do ano passado, para tratar de uma arritmia cardíaca.

Dona de uma voz rara, Nana era uma das grandes intérpretes da MPB. Iniciou sua carreira em 1960 gravando a música Acalanto, de autoria de seu pai, Dorival Caymmi. Em 2019, Nana lançou o álbum “Nana canta Tito Madi”, compositor brasileiro de grandes sucessos românticos. Já em 2020, o álbum “Nana Tom Vinicius” foi lançado em homenagem a Tom Jobim e Vinicios de Moraes.

Nana era filha de Dorival Caymmi com a cantora Stella Maris. Ela deixa três filhos: Stella, Denise e João Gilberto.

*Com informações da Agência Brasil

https://agenciabrasil.ebc.com.br/

OK! especial(às 14h00): Hoje, 29 de abril, aniversário de Nana Caymmi!

Filha de Dorival Caymmi e Stella Maris, irmã de Danilo e Dori Caymmi, cresceu numa das famílias mais musicais do Brasil. Começou a cantar ainda muito jovem, adotando desde cedo uma técnica particular para valorizar seu timbre grave. Em 1961 fez uma participação cantando “Acalanto”, do pai, e logo em seguida mudou-se com o marido para a Venezuela, passando alguns anos afastada do meio artístico.

De volta ao Brasil, lançou seu primeiro disco, “Nana”, pelo selo Elenco do produtor Aloysio de Oliveira, e participou do I Festival Internacional da Canção, obtendo o primeiro lugar em 1966 com “Saveiros” (Dori Caymmi/ Nelson Motta). No exterior, trabalhou com Sarah Vaughan e Sergio Mendes. Nos anos 70 e 80 gravou discos solo, como “Chora Brasileira” (1985) e em parceira com outros músicos, como “Voz e Suor” (1983), ao lado de César Camargo Mariano.

Uma das intérpretes mais expressivas e requisitadas na música brasileira, festejada pela sofisticação de suas interpretações, teve músicas compostas especialmente para ela. Nos anos 90 chegou à lista dos mais vendidos, dedicando-se ao repertório de músicas românticas e boleros, sendo “A Noite do Meu Bem” (1994) e “Resposta ao Tempo” (1998) dois de seus discos mais vendidos. A faixa “Resposta ao Tempo” (Cristóvão Bastos/ Aldir Blanc) foi incluída com êxito na minissérie “Hilda Furacão”, da TV Globo. Produzido por José Milton, Nana Caymmi lança “Desejo”, seu álbum de estréia na gravadora Universal. A cantora conta com participações pra lá de especiais neste disco, como o dueto com Zeca Pagodinho na faixa “Vou Ver Juliana”, as sobrinhas Alice (em “Seus Olhos”) e Juliana (que compôs a faixa que leva o seu nome) e Ivan Lins. Outro destaque é “Letras do Silêncio”, de Marcos Valle e Erasmo Carlos.

Em 2003, lança “Duetos”, um álbum que traz uma seleção de canções, em parceria com nomes consagrados da MPB. Como: Emílio Santiago (“Doralinda”), Herbert Vianna (“Hoje Canções”), Agnaldo Timóteo (“Canção de Ninar Neném”) e Beth Carvalho (“As Rosas Não Falam”), entre outros parceiros. Depois de “Duetos”, Nana dá uma pausa para projetos com a família Caymmi.

Em 2004, junto aos irmãos Danilo e Dori, lança “Para Caymmi, de Nana, Dori e Danilo: 90 anos”, em comemoração aos 90 anos de seu pai, Dorival Caymmi. Neste mesmo ano, o CD dá origem a um DVD homônimo. Em “Até Pensei…”, de 2005, a cantora traz seus grandes sucessos com um repertório de músicas românticas e boleros. O álbum apresenta 14 canções, sendo que uma delas, a faixa-título “Até pensei” integra a trilha sonora da novela “América”.

A palavra não basta para o canto.
Nem é o canto de amor essa constante
Aragem de umas praias que escolheis.
Nas ilhas um mormaço, conjeturas,
Vizinhança de chuva, mortos, vivos
Rememorando a tarde em viuvez.” Hilda Hilst

YouTube video player
https://www.youtube.com/embed/OJbI68lSqXg?feature=oembed

Em 1963, lançou o seu primeiro disco-solo. Ao longo de uma bem-sucedida carreira, Nana Caymmi se tornou uma das mais requisitadas cantoras da música brasileira, gravando canções para trilhas de minisséries e novelas da Rede Globo, como o megassucesso “Suave Veneno”, lançado no ano de 1999. Essa música é composição de Aldir Blanc com o pianista Cristóvão Bastos.https://www.youtube.com/embed/9S0uUWPufhA?feature=oembed

“Fascinação” (valsa, 1905) – Fermo Dante Marchetti e Maurice de Féraudy
Escrita em 1905 por Fermo Dante Marchetti e Maurice de Féraudy, a valsa francesa “Fascinação” rodou o mundo e se tornou uma das mais populares de todos os tempos. Em 1943, recebeu uma versão em português criada por Armando Louzada e gravada no mesmo ano por Carlos Galhardo em companhia de sua orquestra. O cantor ficaria conhecido como o “Rei da Valsa”. Três décadas depois, em 1976, Elis Regina a resgatou para o espetáculo “Falso Brilhante”, em uma interpretação arrebatadora. A música entrou para a trilha da novela “O Casarão” e recebeu as versões de Nana Caymmi e Ney Matogrosso.https://www.youtube.com/embed/EMT3vYMmHjk?feature=oembed

“Pra Machucar Meu Coração” (samba, 1943) – Ary Barroso
Na boca dos cantores, na pena dos poetas e sob o olhar dos amantes e das paixões tardias, ele recebe vários contornos, cores diversas, mas a expressão é sempre a mesma: símbolo do sentimento; representa o amor e a vida. Materno, leviano ou vagabundo; em desalinho ou de estudante; o coração do Brasil bate em seu TIC-TAC ao ritmo de forró, xote, samba, marcha e até tango. Dramático ou satírico, apaixonado ou tranquilo, o coração vem de Vicente Celestino, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Elba Ramalho, Zeca Pagodinho, ao ritmo da vida que recebe a música como remédio e amiga. Em 1943, Ary Barroso compôs o samba “Pra Machucar Meu Coração”. Lançado pelo cantor Déo, recebeu regravações de Nana Caymmi e Gal Costa.https://www.youtube.com/embed/cFtKNZSfIdA?feature=oembed

“Se Queres Saber” (samba-canção, 1947) – Peterpan
José Fernandes de Paula ou José Borba, o popular Peterpan, seria mais popular se fosse diretamente associado às suas composições. Gravado por Aracy de Almeida, Quatro Ases e um Coringa e Nana Caymmi, o herói do Brasil com apelido herdado da eterna criança norte-americana nasceu em Maceió, capital de Alagoas, e criou os versos e a melodia de “Se Queres Saber”, uma das mais bonitas canções de dor-de-cotovelo já escritas. A música foi lançada em 1947 por Emilinha Borba e regravada por Nana Caymmi em 1977.https://www.youtube.com/embed/waiorZurNWU?feature=oembed

“Saudade” (samba, 1947) – Fernando Lobo e Dorival Caymmi
Lançada em 1949, por Francisco Alves, cantor que ficou conhecido como o Rei da Voz durante a Era de Ouro do Rádio, “Chuvas de Verão” é um samba-canção de Fernando Lobo que fala sobre um amor passageiro, inebriante como as chuvas de verão. A música foi regravada por Orlando Silva, Silvio Caldas, Nelson Gonçalves, Noite Ilustrada e Elza Soares, confirmando a sua beleza, mas ganhou a sua versão definitiva em 1969, com a voz de Caetano Veloso. Dois anos antes, Fernando Lobo e Dorival Caymmi compuseram “Saudade”, em 1947. A música foi lançada por Orlando Silva, e regravada, em 2007, por Nana Caymmi, com o piano de Cristóvão Bastos, em “Quem Inventou o Amor”.https://www.youtube.com/embed/802dW-7v9wQ?feature=oembed

“Ninguém Me Ama” (samba-canção, 1952) – Fernando Lobo e Antônio Maria
Fernando Lobo nasceu em Recife no dia 26 de julho de 1915 e morreu no Rio de Janeiro em 22 de dezembro de 1996, aos 81 anos. Jornalista, radialista e compositor, ele criou clássicos da música brasileira, em parcerias com Antônio Maria, Evaldo Rui, Dorival Caymmi, Paulo Soledade e Manezinho Araújo. “Ninguém Me Ama”, samba-canção de 1952, composto por Fernando Lobo e Antônio Maria, é dono de versos que ninguém esquece: “Ninguém me ama/ Ninguém me quer/ Ninguém me chama/ De ‘meu amor’”. A música foi lançada por Nora Ney, com seu estilo inconfundível de canto falado, que sublinhava ainda mais a dor da canção. Depois, recebeu regravações de Nelson Gonçalves, Nat King Cole, Maria Creuza, Nana Caymmi, Quarteto em Cy, etchttps://www.youtube.com/watch?v=dEKMp4Z7FHkhttps://www.youtube.com/embed/dEKMp4Z7FHk?feature=oembed

“Acalanto” (canção de ninar, 1957) – Dorival Caymmi
“Acalanto” é uma canção de ninar composta por Dorival Caymmi em 1957 para sua filha Nana Caymmi, que depois viria a cantá-la com ele. Com ternura e serenidade, revela o incondicional do amor paterno. Alguém a dedicar seus amores, carinhos, cuidados, para que o existir se valha. Eis um bonito clássico.https://www.youtube.com/embed/AWZiKJd18b8?feature=oembed

“Medo de Amar” (samba-canção, 1958) – Vinicius de Moraes
Ponte entre a tradição e a modernidade, Elizeth Cardoso privilegiava letras que calavam fundo em seu peito: “Nunca mais vou fazer/ O que o meu coração pedir/ Nunca mais vou ouvir/ O que o meu coração mandar”, de Antônio Maria (1921-1964) e Ismael Neto (1925-1956). “Ocultei/ Um sentimento de morte/ Temendo a sorte/ Do grande amor que te dei”, de Ary Barroso. “Risque meu nome do seu caderno/ Pois não suporto o inferno/ Do nosso amor fracassado”, do mesmo compositor. “Outra vez, sem você/ Outra vez, sem amor/ Outra vez, vou sofrer, vou chorar/ Até você voltar”, de Tom Jobim. “Vire essa folha do livro e se esqueça de mim/ Finja que o amor acabou e se esqueça de mim”, de Vinicius de Moraes. “Medo de Amar”, um samba-canção só de Vinicius, ganhou a versão arrebatadora de Nana Caymmi, e foi regravada por Ney Matogrosso.

YouTube video player
https://www.youtube.com/embed/vp_lsEc3or8?feature=oembed

“Pra Você” (bolero, 1968) – Silvio CésarÉ constrangedora a indiferença contemporânea em torno da obra do compositor Silvio César. Para quem não liga o nome à pessoa, o mineiro de Raul Soares, cidade na Zona da Mata, que consolidou a carreira no Rio de Janeiro, é o autor da clássica “Pra Você”, regravada por Nana Caymmi, Gal Costa, Angela Maria, Emílio Santiago, Taiguara, Zezé Motta, entre outros. A precisão dos versos sobre um amor idealizado ajuda a entender a perenidade da música: “Pra você eu guardei/ Um amor infinito/ Pra você procurei o lugar mais bonito/ Pra você eu sonhei o meu sonho de paz/ Pra você me guardei demais”, declara o eu lírico, que ao final apela à amada que ela retorne ao lhttps://www.youtube.com/embed/jn85zxl-MWo?feature=oembed

“Quantas Lágrimas” (samba, 1970) – Manacéia
Produzido por Paulinho da Viola, o disco “Portela, Passado de Glória”, foi lançado em 1970. O trabalho apresentou composições dos mais ilustres nomes da Escola de Samba na interpretação da Velha Guarda da Portela. Entre elas, a música “Quantas Lágrimas”, que, como o próprio disco, não recebeu a atenção merecida e passou despercebida. Felizmente, o Brasil tem Cristina Buarque que, quatro anos depois, em 1974, estreou em disco e chamou a atenção do país para a beleza de “Quantas Lágrimas”. A música se transformou no maior sucesso da carreira de Cristina e de Manacéia, e recebeu mais de 40 regravações, passando pelas vozes de Teresa Cristina, Zélia Duncan, Noite Ilustrada, Paulinho da Viola, Marisa Monte, Nana Caymmi, e etc.https://www.youtube.com/embed/XJVBHbklXlk?feature=oembed

“Beijo Partido” (clube da esquina, 1975) – Toninho Horta
Lançada em 1975 por Nana Caymmi e relançada por Milton Nascimento no disco “Minas”, a música “Beijo Partido”, de Toninho Horta é, até hoje, considerada uma das mais bonitas da música brasileira, definida pelo historiador Jairo Severiano, no livro “A Canção do Tempo: Volume II”, como aquela que “tipifica o estilo do compositor, com sua linha melódica aparentemente simples e a harmonia sofisticada”. “As pessoas vão perceber esse movimento pendular, de uma construção musical sofisticada que regressa ao berço, a algo mais simples”, sustenta o sempre inquietante Toninho Horta.https://www.youtube.com/embed/C7a6oTNmmO0?feature=oembed

“Fruta Boa” (clube da esquina, 1983) – Milton Nascimento e Fernando Brant
“Fruta Boa”, parceria de Fernando Brant com Milton Nascimento, foi lançada por Telma Costa e depois regravada por Nana Caymmi, em 1983, no disco que a cantora dividiu com o pianista César Camargo Mariano, batizado de “Voz e Suor”. “Só pela beleza essas músicas já valem, elas são emocionantes acima de tudo. E isso tem a ver com a música mineira que decorre do século XVIII em Vila Rica e chega ao século XX com a mistura desses contrastes de uma cidade planejada em relação a ladeiras, picos e construções coloniais. As letras do Fernando Brant ajudaram a formatar a musicalidade do Clube da Esquina, que, no disco de 1972, sintetiza esses movimentos. Digo que é o primeiro álbum de world music do mundo”, avalia Rodrigo Toffolo, maestro da Orquestra Ouro Preto.

YouTube video player
https://www.youtube.com/embed/gAuDMoKRPWs?feature=oembed

“Doralinda” (MPB, 1989) – Cazuza e João Donato
“Doralinda” é uma das últimas composições de Cazuza, lançada postumamente, em 1991. Nesta sensível parceria com João Donato, o poeta reflete sobre a existência e propõe para a sua amada as riquezas materiais da vida, que disfarçam o que se quer mostrar de verdade, o real sentimento e sua impalpabilidade. Por isso ele afirma: “Eu queria te dar a lua, só que pintada de verde/ Te dar as estrelas, de uma árvore de Natal/ E todo o dinheiro falso do mundo, eu queria te dar”. Ou seja, prova de que o dinheiro em si, como símbolo, não provoca as desilusões humanas, mas como tudo o que é manipulado, é do seu uso que dependerá a conotação boa ou ruim. Ao fim, Cazuza vaticina: “Eu queria te dar o amor que eu talvez nem tenha pra dar…”. A música foi regravada por Nana Caymmi, o próprio João Donato e Emílio Santiago, e, com singeleza, revela e esconde o real espírito natalino.https://www.youtube.com/embed/1sYSsbW44O8?feature=oembed

“Resposta ao Tempo” (bossa nova, 1998) – Aldir Blanc e Cristóvão Bastos
A música “Resposta ao Tempo” concentra uma poesia altamente existencial e reflexiva de Aldir Blanc, aliada à melodia sofisticada de Cristóvão Bastos e à voz de mormaço de Nana Caymmi. Esse conjunto, por si só, a justifica como obra-prima. Não bastasse isso, essa típica peça de bossa nova, tema de abertura da minissérie “Hilda Furacão” em 1998, tem como tema o “tempo”, um dos mais misteriosos ao ser humano, senão o principal responsável por suas dúvidas, esperanças e medos. Por isso, ele adquire condição de protagonista, numa conversa franca com o eu-lírico, que conclui: “No fundo é uma eterna criança/ Que não soube amadurecer/ Eu posso, ele não vai poder/ Me esquecer…”, diz.

YouTube video player

Matéria publicada originalmente no portal da Rádio Itatiaia, em 2022.

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Enquete

Eleições 2026: Em quem você vota para o Governo do Maranhão?

Ultimas Noticias