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Madonna faz 67 anos: Está pronto ás 20h00 - Tributo a ela - 16 clipes que fazem da popstar um ícone eterno

Madonna faz 67 anos: Está pronto ás 20h00 - Tributo a ela - 16 clipes que fazem da popstar um ícone eterno

No aniversário da rainha do pop, relembramos a artista que elevou o videoclipe à potência máxima 16/08/2025 00h00  Atualizado há 12 horas Na capa de Like a Virgin, lançado em 1984, os cabelos escuros,

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 16/08/2025 15:06 | 244 visualizações
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No aniversário da rainha do pop, relembramos a artista que elevou o videoclipe à potência máxima

16/08/2025 00h00  Atualizado há 12 horas

Na capa de Like a Virgin, lançado em 1984, os cabelos escuros, as sobrancelhas naturais e a pinta acima dos lábios, com maquiagem pesada
Na capa de Like a Virgin, lançado em 1984, os cabelos escuros, as sobrancelhas naturais e a pinta acima dos lábios, com maquiagem pesada — Foto: Divulgação

Neste sábado (16.08), Madonna completa 67 anos, e se engana quem acha que o legado da rainha do pop se limita apenas à música. Ícone máximo da reinvenção, da provocação e do espetáculo, Madonna também foi, e continua sendo, uma das maiores responsáveis por transformar o videoclipe em forma de arte. Muito antes do YouTube, dos reels ou dos TikToks, ela entendeu o poder da imagem como parte inseparável da canção. Seus clipes marcaram época, moldaram tendências e muitas vezes geraram controvérsia, seja pelas temáticas ousadas, pela estética inovadora ou por performances que simplesmente não podiam passar despercebidas.

Num tempo em que o videoclipe já não tem o mesmo impacto cultural (a ponto de artistas como Beyoncé optarem por lançar álbuns inteiros sem uma única faixa visual), a videografia de Madonna permanece como um lembrete do que foi a era de ouro da MTV: visual, teatral e impossível de ignorar. Para celebrar a data, relembramos 16 clipes que ajudaram a consolidar Madonna como uma das artistas mais influentes de todos os tempos.

“Like a Prayer” (1989)

Uma das maiores polêmicas da carreira de Madonna — e da história dos videoclipes. Ao misturar símbolos religiosos, sensualidade, racismo estrutural e cruzes em chamas, ela provocou a ira do Vaticano, perdeu contratos e ganhou uma aura de ícone subversivo. Tudo isso embalado por uma estética teatral que, até hoje, ecoa nas discussões sobre fé e arte.

“Express Yourself” (1989)

Comandado por David Fincher, o clipe é um épico de empoderamento feminino, inspirado por "Metrópolis", de Fritz Lang. Madonna aparece no controle total da narrativa, ora dominatrix, ora diva futurista, pregando a mensagem de que as mulheres devem exigir o melhor — sempre.

“Vogue” (1990)

Em preto e branco, com figurinos glamourosos e poses inspiradas na era de ouro de Hollywood, Madonna eternizou o voguing, dança vinda das batalhas de ballroom da cena queer nova-iorquina. Um clipe que levou ao mainstream uma cultura marginalizada e transformou o gesto em gesto político.

“Justify My Love” (1990)

Gravado em estilo noir em um hotel parisiense, o vídeo causou escândalo ao mostrar cenas de sadomasoquismo, bissexualidade e fetiches diversos. Foi banido da MTV, mas se tornou um sucesso comercial como VHS — e consolidou Madonna como agente provocadora do desejo e da censura.

Take A Bow - 1994

Com atmosfera melancólica, luz dourada e locações na Espanha, o clipe acompanha um romance marcado pela ausência e pela saudade. Madonna observa de longe o toureiro interpretado por Emilio Muñoz, enquanto a dor do não-dito vira poesia visual. É um dos clipes mais cinematográficos da cantora.

“Rain” (1993)

Minimalista e elegante, o vídeo apresenta Madonna em um estúdio de gravação futurista, cercada por tons de azul e reflexos molhados. Sem grandes narrativas, o foco está nos detalhes e na intimidade com a câmera. Um momento de respiro, delicado e poderoso.

“Frozen” (1998)

Gravado no deserto da Califórnia, o clipe marca a guinada mística e eletrônica de Madonna nos anos 1990. Vestida de preto, com as mãos pintadas de henna e cabelo azul-escuro esvoaçante, ela surge como uma bruxa etérea que se funde com corvos, areia e tempestades. É visualmente arrebatador.

“Ray of Light” (1998)

Montagem frenética de imagens urbanas, corpos em movimento e Madonna dançando sob flashes de neon. O clipe representa a eletrificação espiritual da artista na virada do milênio e lhe rendeu diversos prêmios, incluindo o VMA de Vídeo do Ano. Uma explosão de energia, ritmo e iluminação.

“Human Nature” (1995)

Com figurinos de látex preto e cenografia futurista, Madonna ironiza os julgamentos sofridos após "Erotica". A frase “I’m not sorry, it’s human nature” ecoa como manifesto. O vídeo é coreografado com precisão, incorporando elementos BDSM e reforçando a mensagem de que o corpo e o desejo não pedem desculpas.

“Hung Up” (2005)

Com sample de "Gimme! Gimme! Gimme!" do ABBA, o clipe é puro suadouro e nostalgia disco. Madonna dança sozinha em um estúdio de balé, depois comanda pistas e becos ao redor do mundo. Aos 47 anos, ela entrega um dos visuais mais vibrantes da sua carreira, provando que idade nunca foi barreira para sua reinvenção.

“God Control” (2019)

Com direção de Jonas Åkerlund, o vídeo é um protesto visual contra a violência armada nos EUA. Começa com Madonna digitando uma carta em uma máquina de escrever e evolui para cenas chocantes de um tiroteio em uma boate — alusão direta ao massacre de Pulse, em Orlando. Impactante, político e necessário.

“La Isla Bonita” (1987)

Acompanhada por sons caribenhos e estética latina, Madonna explora uma sensualidade nostálgica nas ruas e sacadas de um bairro fictício. Dança com véu, assiste a desfiles religiosos e celebra o calor de uma terra inventada, mas incrivelmente familiar. É um dos clipes mais vistos da artista.

“Open Your Heart” (1986)

Madonna interpreta uma dançarina de peep show em um clube decadente, observada por um menino curioso. O clipe desarma expectativas ao revelar doçura, cumplicidade e leveza em um ambiente normalmente erotizado. É sobre ver e ser visto — com camadas inesperadas.

“Erotica” (1992)

Gravado em super-8 e lançado em paralelo ao livro “Sex”, o vídeo é um diário visual da obsessão e da liberdade sexual. Com participações de Naomi Campbell Isabella Rossellini, desafia normas e eleva o erotismo a expressão artística. Um marco no embate entre arte, pornografia e censura.

“Bitch I’m Madonna” (2015)

É o caos, mas com direção. Com participações de Nicki MinajBeyoncéKanye West e outros, o vídeo é uma festa em forma de plano-sequência. Madonna aparece loira platinada, com roupa rosa e atitude de quem não precisa provar mais nada a ninguém. Um lembrete: ela é Madonna. E ponto.

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