AO VIVO
RÁDIO OK FM 93,7 - Caxias/MA • Tá na Ok!.. tá com tudo. • Sintonize: 93,7 FM • WhatsApp: (99) 98812-1474 • A melhor programação é aqui! • RÁDIO OK FM 93,7 - Caxias/MA • Tá na Ok!.. tá com tudo. • Sintonize: 93,7 FM • WhatsApp: (99) 98812-1474 • A melhor programação é aqui! •
A+ A-
OK FM
Paquistão tem apresentadora trans de telejornal

Paquistão tem apresentadora trans de telejornal

Uma jornalista de 21 anos de idade está causando sensação no Paquistão por ser a primeira mulher transgênero a se tornar âncora de um noticiário na televisão, segundo a CNN. Não se falava de outra coisa nas redes sociais do país, durante a primeir

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 27/03/2018 16:46 | 591 visualizações
Ouca a materia
Uma jornalista de 21 anos de idade está causando sensação no Paquistão por ser a primeira mulher transgênero a se tornar âncora de um noticiário na televisão, segundo a CNN. Não se falava de outra coisa nas redes sociais do país, durante a primeira aparição de Marvia Malik no ar, em 23 de março, e agora a apresentadora viralizou no Facebook e no Twitter, onde muitos estão considerando a sua contratação como um progresso nos direitos de pessoas trans no Paquistão. Malik, que trabalha para canal Kohinoor News, de Lahore, está grata pela atenção que recebeu, mas insiste que é preciso fazer mais quando se trata de melhorar as vidas da comunidade transgênero paquistanesa. Formada em jornalismo pela Universidade de Punjab, Malik disse à CNN que ela se candidatou para o cargo porque queria provar que as pessoas da comunidade transgênero “são capazes de qualquer trabalho e podem fazer o que quiserem”. “Eu quero mostrar ao país que somos mais do que objetos de ridículo… que também somos humanos”, disse ela. De acordo com o censo mais recente do Paquistão em 2017, que registrou a população transgênero do país pela primeira vez, há cerca de 10 mil indivíduos que se identificam como transgênero em quase 200 milhões. No início deste mês, o Senado paquistanês aprovou um projeto de lei para proteger os direitos da comunidade. As disposições do projeto de lei incluem permitir que os indivíduos tenham o direito de mudar seu gênero em carteiras de identidade nacionais, herdar propriedades e não ser discriminados se buscarem um assento em cargos públicos. Embora o projeto de lei tenha sido elogiado por ativistas e grupos de direitos humanos, a jornalista insiste que é necessário mudar as atitudes da sociedade para que essas leis sejam realmente levadas a sério e implementadas.

PUBLICIDADE

Ultimas Noticias