Mulher morta em Sepetiba: mandante teria planejado crime para obter guarda da filha da vítima
A polícia procura uma mulher apontada como mandante do crime que matou Laís de Oliveira Gomes Pereira, de 24 anos, na última terça-feira. Laís foi assassinada enquanto caminhava com o filho em um carrinho pela Travessa Santa Vitória, em Sepetiba, na
A polícia procura uma mulher apontada como mandante do crime que matou Laís de Oliveira Gomes Pereira, de 24 anos, na última terça-feira. Laís foi assassinada enquanto caminhava com o filho em um carrinho pela Travessa Santa Vitória, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. De acordo com as investigações, Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário teria planejado o crime com o objetivo de obter a guarda da filha da vítima. Segundo a polícia, ela demonstrava comportamento possessivo em relação à criança. A polícia investiga se Gabrielle namorava o pai da menina.
Na segunda-feira, a polícia prendeu dois suspeitos de participação no crime: Erick Santos Maria, que dirigia a moto, e Davi de Souza Malto, autor dos disparos. Eles confessaram o crime na Delegacia de Homicídios. Kelly Silva de Souza, mãe de Davi, reconheceu o filho, que também havia contado a vizinhos que tinha matado alguém. Segundo a polícia, Gabrielle teria oferecido R$ 20 mil para que eles executassem a vítima.
Câmera registrou os últimos momentos
Uma câmera de segurança registrou os últimos momentos de vida de Laís de Oliveira Gomes Pereira, de 24 anos, morta enquanto caminhava com o filho em um carrinho pela Travessa Santa Vitória, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, na última terça-feira. As imagens mostram a jovem atravessando a rua com o bebê pouco antes de ser atingida por um disparo.
Nas imagens, é possível ver a jovem empurrando o carrinho com o bebê. O vídeo circula nas redes sociais e está sendo analisado por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que buscam identificar o autor e entender a motivação do assassinato.
De acordo com testemunhas, Laís havia acabado de deixar a filha mais velha, de 4 anos, na escola e voltava para casa empurrando o carrinho do caçula, de 1 ano e 8 meses, que não foi atingido.
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