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FIM DA ESCALA 6×1 AVANÇA NA CÂMARA: VEJA OS 22 DEPUTADOS QUE VOTARAM CONTRA E O QUE MUDA PARA O TRABALHADOR

FIM DA ESCALA 6×1 AVANÇA NA CÂMARA: VEJA OS 22 DEPUTADOS QUE VOTARAM CONTRA E O QUE MUDA PARA O TRABALHADOR

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 28/05/2026 11:04 | 43 visualizações
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A Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno a PEC que prevê o fim da tradicional escala 6×1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias seguidos para descansar apenas um. A proposta reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, garante dois dias de descanso por semana e mantém os salários sem redução.

A votação terminou com ampla maioria favorável: 472 votos a favor e 22 contra. Os votos contrários vieram principalmente de parlamentares ligados ao PL, Novo e setores do Centrão.

Entre os deputados que se posicionaram contra o texto ou apresentaram emendas para atrasar o fim da escala 6×1 aparecem nomes como:

  • Sóstenes Cavalcante – PL/RJ
  • Julia Zanatta – PL/SC
  • Daniela Reinehr – PL/SC
  • Osmar Terra – PL/RS
  • Gilson Marques – Novo/SC

O PL foi apontado como o partido que mais atuou para modificar ou retardar a proposta durante as discussões.

O QUE MUDA COM O FIM DA ESCALA 6×1

A PEC cria uma transição em duas etapas:

  • Primeiro, a jornada cai de 44 para 42 horas semanais;
  • Depois de 12 meses, passa definitivamente para 40 horas semanais;
  • O trabalhador terá direito a dois dias de descanso remunerado por semana.

BENEFÍCIOS PARA O TRABALHADOR

Especialistas e entidades sindicais defendem que a mudança pode trazer:

  • Mais tempo com a família;
  • Redução do estresse e do desgaste mental;
  • Menos adoecimento por excesso de trabalho;
  • Melhor qualidade de vida;
  • Maior produtividade no serviço;
  • Diminuição de acidentes de trabalho.

IMPACTOS NA ECONOMIA

Defensores da PEC afirmam que jornadas menores podem:

  • Aumentar o consumo;
  • Gerar novas vagas de emprego;
  • Melhorar a produtividade;
  • Reduzir afastamentos por doenças;
  • Estimular empresas a modernizar processos.

Já setores empresariais e deputados contrários argumentam que a mudança pode elevar custos para empresas, especialmente pequenos negócios, e por isso pressionam por uma transição mais longa.

EMPRESAS TERÃO PRAZO DE ADAPTAÇÃO

O texto aprovado prevê regras especiais e período de adaptação para micro e pequenas empresas, além de negociações coletivas para alguns setores específicos.

A proposta ainda precisa passar pelo segundo turno na Câmara e depois seguir para o Senado antes de virar lei definitiva.

A Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno a PEC que prevê o fim da tradicional escala 6×1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias seguidos para descansar apenas um. A proposta reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, garante dois dias de descanso por semana e mantém os salários sem redução.

A votação terminou com ampla maioria favorável: 472 votos a favor e 22 contra. Os votos contrários vieram principalmente de parlamentares ligados ao PL, Novo e setores do Centrão.

Entre os deputados que se posicionaram contra o texto ou apresentaram emendas para atrasar o fim da escala 6×1 aparecem nomes como:

  • Sóstenes Cavalcante – PL/RJ
  • Julia Zanatta – PL/SC
  • Daniela Reinehr – PL/SC
  • Osmar Terra – PL/RS
  • Gilson Marques – Novo/SC

O PL foi apontado como o partido que mais atuou para modificar ou retardar a proposta durante as discussões.

O QUE MUDA COM O FIM DA ESCALA 6×1

A PEC cria uma transição em duas etapas:

  • Primeiro, a jornada cai de 44 para 42 horas semanais;
  • Depois de 12 meses, passa definitivamente para 40 horas semanais;
  • O trabalhador terá direito a dois dias de descanso remunerado por semana.

BENEFÍCIOS PARA O TRABALHADOR

Especialistas e entidades sindicais defendem que a mudança pode trazer:

  • Mais tempo com a família;
  • Redução do estresse e do desgaste mental;
  • Menos adoecimento por excesso de trabalho;
  • Melhor qualidade de vida;
  • Maior produtividade no serviço;
  • Diminuição de acidentes de trabalho.

IMPACTOS NA ECONOMIA

Defensores da PEC afirmam que jornadas menores podem:

  • Aumentar o consumo;
  • Gerar novas vagas de emprego;
  • Melhorar a produtividade;
  • Reduzir afastamentos por doenças;
  • Estimular empresas a modernizar processos.

Já setores empresariais e deputados contrários argumentam que a mudança pode elevar custos para empresas, especialmente pequenos negócios, e por isso pressionam por uma transição mais longa.

EMPRESAS TERÃO PRAZO DE ADAPTAÇÃO

O texto aprovado prevê regras especiais e período de adaptação para micro e pequenas empresas, além de negociações coletivas para alguns setores específicos.

A proposta ainda precisa passar pelo segundo turno na Câmara e depois seguir para o Senado antes de virar lei definitiva.

Confira os deputados que votaram contra a PEC

  • Adriana Ventura (Novo-SP);
  • Bibo Nunes (PL-RS);
  • Carlos Chiodini (MDB-SC);
  • Caroline de Toni (PL-SC);
  • Daniel Freitas (PL-SC);
  • Daniela Reinehr (PL-SC);
  • Fabio Schiochet (União Brasil-SC);
  • Fausto Pinato (União Brasil-SP);
  • Gilson Marques (Novo-SC);
  • Julia Zanatta (PL-SC);
  • Kim Kataguiri (União Brasil-SP);
  • Lucas Redecker (PSD-RS);
  • Marcel van Hattem (Novo-RS);
  • Mauricio Marcon (PL-RS);
  • Nicoletti (PL-RR);
  • Paulo Marinho Jr. (PL-MA);
  • Pezenti (MDB-SC);
  • Ricardo Guidi (PL-SC);
  • Ricardo Salles (Novo-SP);
  • Rosangela Moro (União Brasil-SP);
  • Sérgio Turra (PP-RS);
  • Zé Trovão (PL-SC).

 
 

 

 
 
 

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