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Vídeo: Desenvolvimento sem igualdade - Ricardo Marques

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Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 28/05/2026 11:45 | 29 visualizações
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O Brasil acaba de entrar, pela primeira vez, no grupo de países de muito alto desenvolvimento humano. O dado é da ONU. E não é pouca coisa.

Isso significa que o país avançou em renda, educação e expectativa de vida. Em outras palavras: o brasileiro, em média, está vivendo mais, estudando mais e tendo um pouco mais de acesso à renda.

É claro que isso não acontece por acaso. Política pública séria produz resultado. Programas sociais, acesso à educação, combate à pobreza… tudo isso influencia diretamente nesses números.

Mas calma.

Antes da euforia, é preciso olhar o outro lado da fotografia.

O mesmo relatório mostra que estados como Maranhão e Alagoas continuam entre os menores índices do país. Ou seja: o Brasil melhora… mas melhora em velocidades diferentes.

E é justamente diante dessa realidade que cresce a importância de iniciativas voltadas ao combate à extrema pobreza, como o programa Maranhão Livre da Fome, lançado pelo governo do Estado, numa tentativa de enfrentar um problema histórico que ainda mantém milhares de famílias maranhenses em situação de vulnerabilidade.

Há ainda desigualdade regional, racial e social profundamente enraizada.

O dado positivo merece reconhecimento. Negar isso seria desonestidade intelectual.

Mas transformar avanço estatístico em propaganda política também seria um erro.

O desafio do Brasil não é apenas crescer nos gráficos da ONU. É fazer esse crescimento chegar à mesa, ao bolso e à dignidade do povo.

Porque desenvolvimento de verdade não é número bonito em relatório.

É qualidade de vida na vida real.

Veja o comentário em vídeo (aqui)

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