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PF mira prefeitos de cinco cidades do MA em operação contra desvio de verbas e caixa dois nas eleições de 2024. Veja quais

PF mira prefeitos de cinco cidades do MA em operação contra desvio de verbas e caixa dois nas eleições de 2024. Veja quais

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 10/06/2026 16:22 | 74 visualizações
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A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (10), a operação Fundo Oculto para desarticular dois grupos suspeitos de desviar recursos públicos e financiar ilegalmente campanhas eleitorais nas eleições de 2024 no Maranhão.

Por determinação do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão. A Justiça também autorizou a quebra de sigilos bancário e fiscal dos investigados, o afastamento de um servidor público e o bloqueio de bens no valor de R$ 4 milhões. Entre os nomes citados nas investigações estão os prefeitos Edésio Cavalcanti (Republicanos), de Turiaçu; Neto Carvalho (PDT), de Araioses; Marcio Viana (PSB), de Godofredo Viana; Nonato Carvalho (PDT), de Magalhães de Almeida; e Ivaldo Ribeiro (Avante), de Miranda do Norte.

 

 

Até o momento, foram identificados 15 candidatos beneficiados diretamente pelo esquema ou destinatários de tratativas de repasses ilícitos. O g1 apurou que entre os alvos estão prefeitos das seguintes cidades:

Edésio Cavalcanti (Republicanos), de Turiaçu;
Neto Carvalho (PDT), de Araioses;
Marcio Viana (PSB), de Godofredo Viana;
Nonato Carvalho (PDT), de

Até o momento, foram identificados 15 candidatos beneficiados diretamente pelo esquema ou destinatários de tratativas de repasses ilícitos. O g1 apurou que entre os alvos estão prefeitos das seguintes cidades:

Edésio Cavalcanti (Republicanos), de Turiaçu;
Neto Carvalho (PDT), de Araioses;
Marcio Viana (PSB), de Godofredo Viana;
Nonato Carvalho (PDT), de Magalhães de Almeida;
Ivaldo Ribeiro (Avante), de Miranda do Norte.

O g1 tenta contato com a defesa dos investigados.

Investigação aponta uso de empresas para desvio de recursos

Segundo a PF, o esquema desviava dinheiro público por meio de empresas contratadas por prefeituras. Os valores eram transferidos para essas contas e sacados rapidamente em dinheiro vivo. Os grupos contavam com a ajuda de um gerente de banco em São Luís.

A apuração aponta que as movimentações financeiras aumentaram nas semanas antes das eleições. Nesse período, as transações suspeitas chegaram a quase R$ 10 milhões. Em apenas um dos grupos investigados, cerca de R$ 2 milhões foram movimentados para repasses ilegais.

As investigações indicam que o esquema também usava técnicas de lavagem de dinheiro. O dinheiro era sacado das contas das empresas e transferido para contas de laranjas.

Os policiais encontraram planilhas de “caixa dois” e arquivos com detalhes sobre a entrega dos valores e o monitoramento da presença policial perto do banco. Segundo a PF, os valores eram distribuídos entre servidores.

Os investigados podem responder por crimes como falsidade ideológica eleitoral, lavagem de dinheiro, organização criminosa, corrupção ativa e passiva e desvio de recursos públicos. (Do G1MA)

Magalhães de Almeida;
Ivaldo Ribeiro (Avante), de Miranda do Norte.

O g1 tenta contato com a defesa dos investigados.

Investigação aponta uso de empresas para desvio de recursos

Segundo a PF, o esquema desviava dinheiro público por meio de empresas contratadas por prefeituras. Os valores eram transferidos para essas contas e sacados rapidamente em dinheiro vivo. Os grupos contavam com a ajuda de um gerente de banco em São Luís.

A apuração aponta que as movimentações financeiras aumentaram nas semanas antes das eleições. Nesse período, as transações suspeitas chegaram a quase R$ 10 milhões. Em apenas um dos grupos investigados, cerca de R$ 2 milhões foram movimentados para repasses ilegais.

As investigações indicam que o esquema também usava técnicas de lavagem de dinheiro. O dinheiro era sacado das contas das empresas e transferido para contas de laranjas.

Os policiais encontraram planilhas de “caixa dois” e arquivos com detalhes sobre a entrega dos valores e o monitoramento da presença policial perto do banco. Segundo a PF, os valores eram distribuídos entre servidores.

Os investigados podem responder por crimes como falsidade ideológica eleitoral, lavagem de dinheiro, organização criminosa, corrupção ativa e passiva e desvio de recursos públicos. (Do G1MA)

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