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Internos de presídios maranhenses já produziram 300 mil máscaras de proteção contra o Covid-19

Internos de presídios maranhenses já produziram 300 mil máscaras de proteção contra o Covid-19

Em pouco mais de um mês, internos do Sistema Penitenciário do Maranhão já produziram cerca de 300 mil máscaras de tecido e de TNT (Tecido Não Tecido). Os Equipamentos de Produção Individual (EPIs) estão sendo utilizados para conter a propagação do

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 13/05/2020 07:18 | 292 visualizações
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Em pouco mais de um mês, internos do Sistema Penitenciário do Maranhão já produziram cerca de 300 mil máscaras de tecido e de TNT (Tecido Não Tecido). Os Equipamentos de Produção Individual (EPIs) estão sendo utilizados para conter a propagação do novo coronavírus entre a população, órgãos públicos e secretarias de governo, conforme orientação da Secretaria de Estado de Governo (Segov). A produção de máscaras de tecido foi iniciada no dia 15 de abril nos presídios e segue em ritmo acelerado. De acordo com balanço da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP), foram cerca de 169 mil máscaras de tecido e 128 mil de TNT. Os internos das Unidades Prisionais de Ressocialização São Luís (UPSL) 1, 2 e 5 e da Unidade Prisional de Ressocialização Feminina (UPFEM) de São Luís também já produziram 2.373 jalecos. Continua depois da publicidade:
Confeccionados integralmente na UPFEM, os jalecos foram destinados para garantir a segurança de profissionais da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) que atuam no Maranhão. A produção de EPIs se nos organiza nos presídios em setores de corte, costura e acabamento. A ação prevê a produção de 1 milhão de equipamentos e faz parte do conjunto de medidas do Governo do Estado, com foco na prevenção da Covid-19. Todos os custodiados inseridos na confecção das máscaras são devidamente capacitados, o que dinamiza e agiliza a confecção dos objetos. Além da remição de pena – cada três dias de trabalho reduzem um dia no sistema prisional -, os presos envolvidos na produção das máscaras e jalecos são remunerados com três quartos do salário mínimo pelo trabalho realizado. Para a confecção dos EPIs, a gestão prisional usa a estrutura fabril já existente e voltada à produção dos uniformes escolares da rede estadual de ensino, que estava prevista para ter início no mês de março deste ano.
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