O DIREITO DE CRITICAR - J J. Pereira
Nao estou credenciado a defender nem um político.Todavia, não estou tolhido de exercer a minha liberdade de expressão. Em Parnarama tenho ouvido algumas críticas com a frase: "político tal não mora aqui". Ora, o político não é prisioneiro das von
Nao estou credenciado a defender nem um político.Todavia, não estou tolhido de exercer a minha liberdade de expressão.
Em Parnarama tenho ouvido algumas críticas com a frase: "político tal não mora aqui". Ora, o político não é prisioneiro das vontades e críticas de aliados ou adversários. No entanto, é livre o direito de criticar, desde que seja de cunho construtivo. A fugir dessa regra não passa de pura revolta por não haver conquistado o mesmo nível de poder político.
Para que um político conquiste algo de interesse coletivo para a sua comunidade a única solução é se ausentar do seu reduto eleitoral para ir em busca de obras e soluções de problemas junto aos demais poderes constituídos e às instituições de todas as esferas.
Entendo que é legítimo o direito de criticar, sobertudo quando há anomalias reais. Na esteira dessa realidade, é de bom alvitre relembrar que, a história política de Parnarama conta com todos os ângulos da prova, que em tempos não muito remotos o município foi desgovernado à distância por doze anos quando um alcaide exercia a profissão de médico em Teresina-Pi, deixando o povo relegado ao comando de um preposto importado do Estsdo do Piauí.
O mais inusitado, lamentável e estarrecedor é que as críticas de hoje nesse sentido saem de bocas de aliados desse gestor médico ausente e omisso por três mandatos executivos.
J. J. Pereira - jornalista DRTMA 00613JP é curto e grosso
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE