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Caxias: potencial turístico desperdiçado Publicado 26/08/2023 08:38:29  https://www.youtube.com/watch?v=Mwpkag0-S8s&ab_channel=RicardoMarques No RJ, uma réplica da Torre Eiffel atrai 1 milhão de pessoas por ano, enquan

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 27/08/2023 06:12 | 146 visualizações
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Caxias: potencial turístico desperdiçado

Publicado 26/08/2023 08:38:29 



No RJ, uma réplica da Torre Eiffel atrai 1 milhão de pessoas por ano, enquanto Caxias (MA) renega o legado de seus filhos ilustres e sua História diferenciada.

Maranhão é campeão nacional em obras paradas

Publicado 21/08/2023 07:57:34

Estado tem 726 obras paralisadas, a maioria (474) relacionada à área da educação.

Um calçadão sem camelôs

Publicado 19/08/2023 08:09:34

Ao promover a readequação do Calçadão da Rua Afonso Cunha, o prefeito Fábio Gentil se mostra disposto a enfrentar um problema que gestor nenhum na História de Caxias (MA) teve coragem.

Gonçalves Dias sem Caxias

Publicado 18/08/2023 08:09:11

É lamentável que no bicentenário do poeta Antônio Gonçalves Dias, a sessão solene na Câmara dos Deputados tenha negligenciado a inclusão de instituições culturais de Caxias (MA), berço do autor de "Canção do Exílio".

Gratidão: fui eleito para a Academia Caxiense de Letras

Publicado 14/08/2023 08:16:21 

É uma honra fazer parte desta instituição tão respeitada e dedicada à promoção da literatura. Com o coração transbordando de gratidão, agradeço a todos pelo apoio e confiança.

Sessão Solene marca homenagens ao bicentenário do poeta Gonçalves Dias na Assembleia

Publicado 11/08/2023 07:15:48 0 comentário



Durante a solenidade, o escritor, romancista, teatrólogo, historiador e jornalista Gonçalves Dias teve seu nome e seus muitos feitos literários lembrados pelos presentes à cerimônia

Nesta quinta-feira, 10 de agosto, data que marca o bicentenário de nascimento do poeta maranhense Gonçalves Dias, a Assembleia Legislativa do Maranhão realizou sessão solene para homenagear este que foi um dos maiores expoentes da literatura brasileira. A solenidade, proposta pelo deputado Roberto Costa (MDB) e comandada pela presidente da Casa, Iracema Vale (PSB), contou com a presença de diversas autoridades representantes do Governo do Estado, Tribunal de Justiça, Academia Maranhense de Letras, entre outras instituições.

Durante a solenidade, o escritor, romancista, teatrólogo, historiador e jornalista Gonçalves Dias teve seu nome e seus muitos feitos literários lembrados pelos presentes. A sessão solene também contou com a apresentação da Banda Bom Menino das Mercês e do cantor Guilherme Jr.

Iracema Vale ressaltou o legado de Gonçalves Dias e parabenizou o deputado Roberto Costa pela iniciativa. “É muito importante perpetuarmos a memória do poeta Gonçalves Dia, esse grande orgulho nacional que muito contribuiu para o engrandecimento da nossa literatura e da nossa cultura”, disse a chefe do Legislativo maranhense.

Idealizada em conjunto com a Fundação da Memória Republicana Brasileira, a sessão solene foi um dos pontos altos da programação em homenagem ao poeta maranhense, realizada durante todo o ano pelo Governo do Maranhão.

Celebração

Na solenidade, o deputado Roberto Costa disse esperar que a celebração ao bicentenário de Gonçalves Dias seja uma oportunidade para reafirmar o compromisso de todos com a literatura, com a cultura e o seu valor.

“Menino do interior do Maranhão, vítima de vários preconceitos, fez dos livros e do amor pelas letras sua causa de vida. Deixou de ser de Caxias e do Maranhão para se tornar patrimônio do mundo. Gonçalves Dias merece ser lido, estudado, admirado e celebrado. Que seu legado seja fonte de motivação para os novos escritores e leitores”, ressaltou Roberto Costa.

Segundo o presidente da Fundação da Memória Republicana Brasileira, Kécio Rabelo, a iniciativa da Assembleia Legislativa, a partir da proposição do deputado Roberto Costa, é uma das mais significativas homenagens ao poeta Gonçalves Dias. “Esta Casa onde o povo do Maranhão está representado enaltece um dos mais ilustres de seus filhos. Pequeno em estatura, mas gigante em importância e merecimento”, disse.

Fonte: Ascom - Assembleia Legislativa

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Bicentenário de nascimento do poeta Gonçalves Dias

Publicado 10/08/2023 06:53:45

Natural de Caxias (MA), Antônio Gonçalves Dias é reconhecido como um dos maiores poetas da primeira geração romântica do Brasil, deixando um legado valioso para a literatura brasileira.

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Gonçalves Dias: Timbiras, sabiás e um poeta de 200 anos

Publicado 09/08/2023 08:13:14 

O Poeta que nos Legou Belíssimos Sonetos - Francisco Adérson Vieira

Folhetins gonçalvinos compõem o retrato vivo da sociedade carioca nos meados do século 19. Não vemos mais o traço romântico, mas a verve mordaz, irônica, espirituosa e erudita

POR LUCIANO DE CASTRO

A primeira quadra de “Canção do exílio” (aquela que fala das palmeiras onde canta o sabiá) é um dos fragmentos poéticos mais conhecidos no Brasil. Tudo bem que a maioria não consiga declamar o poema inteiro — três quadras e dois sextetos — mas pelo menos o seu introito ficou cristalizado na mente dos brasileiros, o que não deixa de ser um feito num país que pouco lê. Pois bem, esse canto nostálgico, pátrio e brasiliano é invento de um dos nossos literatos mais admiráveis: Antônio Gonçalves Dias. Em 2023, completam-se 200 anos de nascimento do poeta nacional.

Não é exagero chamar Gonçalves Dias de poeta nacional, assim como o fez primariamente José de Alencar. Essa identificação já começa no berço. Filho de pai português e mãe mestiça (cafuza ou mameluca, há controvérsias), o bardo maranhense personifica a amalgamação da raça brasileira. Além disso, a sua obra está incorporada nos próprios símbolos nacionais. Quando escreveu a letra do Hino Nacional, em 1909, Joaquim Osório Duque Estrada, reverentemente, adornou a sua composição com os versos de “Canção do exílio”:  “nossos bosques têm mais vida/ nossa vida mais amores”. Estamos, portanto, diante de uma brasilidade legítima, de pena e de pele.

Outro aspecto notável em Gonçalves Dias era como ele conseguia granjear a admiração de seus pares. Manuel Bandeira organizou excelentes antologias do confrade e também foi seu biógrafo. Machado de Assis era outro fã declarado, e fez-lhe menções honrosas em vários textos. A própria morte do poeta — ocorrida no naufrágio do Ville de Boulogne — foi citada numa crônica de novembro de 1864, publicada poucos dias após a tragédia. Consternado, Machado lamenta (e eufemiza) que o “mais prezado filho” da poesia nacional encontrara no mar “túmulo imenso para o seu imenso talento”. No seu terceiro livro de poesia — “Americanas”, de 1875 — Machado deixou lavrado “A Gonçalves Dias”, um longo poema laudatório ao vate do Maranhão.

Entretanto, o mais saboroso registro está numa crônica publicada em agosto de 1893. Nela, vemos um Machado andejo que vai, debaixo de chuva, à Rua Gonçalves Dias pra pegar o bonde de Botafogo e depois se lembra de que o ponto havia sido transferido para a Senador Dantas. A zanga só não teria sido maior porque ocorrera justo no dia 10 de agosto, aniversário natalício do homenageado pela rua. Mais tranquilo após chegar em casa, Machado relembra seus encontros com o ídolo: “Vi Gonçalves Dias duas vezes. Da primeira adivinhei quem era, não sentindo mais que o passo rápido de um homenzinho pequenino. Era ele, o autor da ‘Canção do exílio’, que eu soletrara desde os dez anos…”.    

Olha o famoso poema aparecendo novamente, e por ninguém menos que Machado de Assis. De fato, é uma construção primorosa, tanto por ter sido escrita por um rapaz de 19 anos como pela força rítmica, pela simplicidade e pela originalidade (é um poema sem adjetivos). Como disse Manuel Bandeira, Canção do exílio é verdadeiramente sublime, mas não é a única joia gonçalvina. O Canto do Piaga, I-Juca-Pirama, Se se morre de amor são também — entre tantas outras — peças inoxidáveis da nossa literatura, que sempre merecem ser revisitadas.

A criação poética de Gonçalves Dias está reunida nos livros “Primeiros Cantos”, “Segundos Cantos”, “Sextilhas de Frei Antão”, “Últimos Cantos”, publicados no Rio de Janeiro, e “Cantos” (todos os poemas, mais alguns inéditos) e “Os Timbiras”, publicados na Alemanha. Além de poesia, escreveu romance, peças de teatro, crônica literária, folhetins teatrais, crônica urbana, etnografia, história e o interessantíssimo “Dicionário da Língua Tupi” — uma produção intensa e vária para um escritor que morreu aos 41 anos. 

A face cronística de Gonçalves Dias é uma preciosidade. Conheci-a graças à gentileza de Daniela Leite, coordenadora-executiva de Patrimônio da ABL, que me presenteou o “Crônicas Reunidas”. A obra, de organização impecável, traz ensaios, notas biográficas e principalmente a rara atividade folhetinesca do autor — quase toda exercida no Rio entre 1846 e 1850.

Por dever de ofício, ative-me à crônica urbana, e quão prazeroso foi meu exercício. Publicados originalmente no “Correio Mercantil”, os folhetins gonçalvinos compõem o retrato vivo da sociedade carioca nos meados do século 19. Neles, não vemos mais o traço romântico e melancólico, mas a verve mordaz, irônica, espirituosa e erudita do cronista de estirpe que prefiguraria Machado de Assis.

Escutei Alexei Bueno — poeta, tradutor, crítico e ensaísta — dizer que sempre se emociona ao ler “I-Juca-Pirama” e que a genialidade jamais prescreve. Foi bom ouvir tal deferência, mas esse é um ponto na multidão. O poeta indianista habita o reino dos gênios esquecidos, dos literatos ditos obsoletos. Verdade que alguns estudiosos da literatura indígena se lembram dele, não pra louvá-lo, mas para diminuí-lo, para deslegitimar seu lugar de fala. Convenhamos que os inimigos dos índios brasileiros são outros. À sua maneira e a seu tempo, Gonçalves Dias valorizou sim a cultura autóctone brasileira e merece ser reverenciado, no seu bicentenário, como um autêntico cantor dos brasis. 

*Escritor, e professor da Universidade Federal de Goiás.

Fonte: Publicado inicialmente no Jornal Opção

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Caxias: uma cidade que não sabe qual é a sua vocação econômica por não compreender o seu valor histórico-cultural

Publicado 05/08/2023 07:41:21 

O bicentenário do nascimento de Gonçalves Dias, um dos seus filhos mais ilustres, autor da Canção do Exílio, passa praticamente batido em Caxias (MA), enquanto a prefeitura promove distrações popularescas.

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Caxias (MA): 200 anos de adesão à Independência do Brasil

Publicado 01/08/2023 07:13:52

A cidade de Caxias (MA) celebra um marco histórico significativo neste 1º de agosto: os 200 anos de adesão à Independência do Brasil. Essa data especial nos convida a mergulhar nas riquezas culturais e literárias dessa terra que há 33 anos me acolheu como filho e que se destaca por ter sido o berço de grandes poetas e protagonista de importantes eventos históricos. 

Ao longo dos séculos, Caxias tem sido um celeiro de talentos literários que marcaram a história da literatura brasileira. Entre esses notáveis escritores, destacam-se nomes como Gonçalves Dias, Coelho Neto, Vespasiano Ramos e muitos outros. Poetas que deixaram um legado valioso. Suas palavras ecoaram além das fronteiras do país, enriquecendo a literatura nacional com suas obras imortais.

Caxias também se orgulha de abrigar a Academia Caxiense de Letras e o Instituto Histórico e Geográfico de Caxias, instituições que têm como missão preservar e incentivar a produção literária local, proporcionando um espaço de estímulo à criação e disseminação da cultura e do conhecimento.

A história de Caxias não se restringe apenas à literatura. A cidade foi palco de um dos episódios mais marcantes da história maranhense e brasileira, a Guerra da Balaiada, que ocorreu entre 1838 e 1841. Esse conflito social e político teve como protagonistas as camadas populares que se levantaram contra as injustiças sociais e econômicas da época. A Balaiada deixou um legado de lutas e resistência que moldou a identidade da cidade.

Hoje, Caxias também se destaca como um importante polo de educação superior no Maranhão. A presença de instituições de ensino superior e técnico contribui para o desenvolvimento educacional e profissional da região, formando profissionais qualificados e impulsionando o crescimento socioeconômico regional.

Que os 200 anos de adesão à Independência do Brasil sejam celebrados com orgulho e gratidão em Caxias, uma cidade que continua a escrever sua história com poesia e paixão. Que essa data especial seja um lembrete da importância de preservar e valorizar as conquistas culturais e literárias, fortalecendo o legado dos grandes escritores e intelectuais que nasceram nessa terra e inspirando as gerações futuras a seguirem seus passos

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