Na Semana da Mulher, solucionado o mistério do estupro e morte da adolescente grávida na Grande Ilha
Na semana passada, 24 horas antes do Dia Internacional da Mulher, a Polícia localizou os restos mortais da adolescente Morena Luiza Furtado, 16 anos, estuprada e morta no ano passado, depois que saiu de uma festa na estrada de São José de Ribamar (
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Na semana passada, 24 horas antes do Dia Internacional da Mulher, a Polícia localizou os restos mortais da adolescente Morena Luiza Furtado, 16 anos, estuprada e morta no ano passado, depois que saiu de uma festa na estrada de São José de Ribamar (Mega Space) , na companhia de uma colega e mais quatro homens. Ela estava grávida de poucos meses.
Os pais de Lorena viveram uma verdadeira via crucis em busca da filha desaparecida desde o dia 07 de maio de 2017, data do último contato que a menina teve com eles. Vez por outra recebiam informações de que estaria viva ou que já estava morta. A mãe, uma funcionária da UFMA chegou até a ir no eixo Itaqui/Bacanga para reconhecimento do corpo, Vila Luizão e por último na Vila Luis Fernando, no Ribamar. Os pais chegaram até a receber informações de que a filha teria sumido voluntariamente.
Relembre:
Dos dois presos, um deles confessou o crime, forneceu todos os detalhes e levou os policiais até o matagal. O pai de Lorena, Roberto Furtado, disse ao Imparcial que a filha “tinha uma necessidade de amizade, de conhecer as pessoas. Acreditava, confiava muito na pessoa. Eu sempre dizia pra ela: ‘minha filha, não confie muito nas pessoas, que existe muita pessoa ruim no mundo’“.
Depois relatou que a filha não ficava com outro homem porque ainda gostava de outro, tem certeza que ela foi estuprada, morta e “ainda mataram o filho dela, que ela estava esperando”, disse ao mesmo jornal.
O pai disse ao Imparcial que Lorena deixou um filho de dois anos. “Ele ainda sente muito. No dia que descobriram a ossada, ele passou o dia todinho triste. No começo ele chorou muito, passou duas semanas chorando sem dormir, com falta da mãe dele, porque ela era muito grudada com ele”, conta o avô da criança.
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Dos dois presos, um deles confessou o crime, forneceu todos os detalhes e levou os policiais até o matagal. O pai de Lorena, Roberto Furtado, disse ao Imparcial que a filha “tinha uma necessidade de amizade, de conhecer as pessoas. Acreditava, confiava muito na pessoa. Eu sempre dizia pra ela: ‘minha filha, não confie muito nas pessoas, que existe muita pessoa ruim no mundo’“.
Depois relatou que a filha não ficava com outro homem porque ainda gostava de outro, tem certeza que ela foi estuprada, morta e “ainda mataram o filho dela, que ela estava esperando”, disse ao mesmo jornal.
O pai disse ao Imparcial que Lorena deixou um filho de dois anos. “Ele ainda sente muito. No dia que descobriram a ossada, ele passou o dia todinho triste. No começo ele chorou muito, passou duas semanas chorando sem dormir, com falta da mãe dele, porque ela era muito grudada com ele”, conta o avô da criança.
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