AO VIVO
RÁDIO OK FM 93,7 - Caxias/MA • Tá na Ok!.. tá com tudo. • Sintonize: 93,7 FM • WhatsApp: (99) 98812-1474 • A melhor programação é aqui! • RÁDIO OK FM 93,7 - Caxias/MA • Tá na Ok!.. tá com tudo. • Sintonize: 93,7 FM • WhatsApp: (99) 98812-1474 • A melhor programação é aqui! •
A+ A-
OK FM
CPI do INSS: Eliziane e Cleber Verde votaram contra convocação do irmão de Lula para depor

CPI do INSS: Eliziane e Cleber Verde votaram contra convocação do irmão de Lula para depor

Senadores e deputados que integram a CPI do INSS rejeitaram o requerimento de convocação de Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para depor na Câmara. Ao todo, foram 19 votos contrários à ida do vice-presidente do Sindicato Nac

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 18/10/2025 13:38 | 211 visualizações
Ouca a materia

Senadores e deputados que integram a CPI do INSS rejeitaram o requerimento de convocação de Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para depor na Câmara. Ao todo, foram 19 votos contrários à ida do vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados da Força Sindical (Sindnapi) à comissão(entre eles os votos da senadora Eliziane Gama e do deputado Cleber Verde), contra 11 favoráveis, além do presidente do colegiado, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), que não votou. O placar contou com articulação da base do governo que, que antes do início da sessão, também entrou em em acordo para retirar os requerimentos de quebras de sigilo fiscal e telemático do ex-ministro da Previdência Social Carlos Lupi.

Ao todo, os onze requerimentos de convocação de Frei Chico foram negados. Frei Chico é vice-presidente do Sindnap), cujos endereços foram alvos de mandados de busca e apreensão na Operação Sem Desconto, que investiga um esquema bilionário de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Diferente de outros dirigentes do Sindnapi, Frei Chico não é citado no inquérito.

Veja placar:

Votaram pela convocação:

  • Jorge Seif (PL-SC) – senador
  • Izalci Lucas (PL-DF) – senador
  • Eduardo Girão (Novo-CE) – senador
  • Rogério Marinho (PL-RN) – senador
  • Damares Alves (Republicanos-DF) – senadora
  • Coronel Chrisóstomo (PL-RO) – deputado
  • Coronel Fernanda (PL-MT)- deputado
  • Adriana Ventura (Novo-SP) – deputada
  • Alfredo Gaspar (União-AL) – deputado
  • Marcel Van Hattem (Novo-RS) – deputado
  • José Medeiros (PL-MT)- deputado

Votaram contra a convocação:

  • Soraya Thronicke (Podemos-MS) – senadora
  • Randolfe Rodrigues (PT-AP)- senador
  • Veneziano Vital do Rego (MDB-PA) – senador
  • Paulo Pimenta (PT-RS) – deputado
  • Rogério Correia (PT-MG) – deputado
  • Dorinaldo Malafaia (PDT – AP) – deputado
  • Humberto Costa (PT-PE)senador
  • Eliziane Gama (PSD-MA) – senadora
  • José Lacerda (PSD-MT)- senador
  • Rogério Carvalho (PT-SE) – senador
  • Paulo Paim (PT-RS) – senador
  • Leila Barros (PDT-DF) – senadora
  • Átila Lira (PP-PI)- deputado
  • Cleber Verde (MDB-MA) – deputado
  • Orlando Silva (PCdoB-SP) – deputado
  • Ricardo Ayres (Republicanos-TO) – deputado
  • Alencar Santana (PT-SP)- deputado
  • Dagoberto Noguera (PSDB-MS) – deputado
  • Beto Faro (PT-PA)- senador

Não votou:

  • Carlos Viana (Podemos-MG)- senador (Presidente da CPI)

Sobre a votação

Com os mesmos votos dos governistas, a CPI também rejeitou as quebras de sigilo da publicitária Danielle Miranda Fonteles e da sua empresa. Ela recebeu R$ 5 milhões do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “careca do INSS”, entre novembro de 2023 e março de 2025

De acordo com as defesas de Antunes e Fonteles, o pagamento foi feito para a compra de um imóvel em Trancoso (BA) em uma negociação que acabou não se concretizando. O caso foi revelado pela revista “Veja” e confirmado pelo GLOBO. Danielle já prestou serviços a campanhas eleitorais do PT, como a eleição da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2010.

A comissão, por outro lado, aprovou a quebra do sigilo bancário do advogado Eli Cohen no período de janeiro de 2015 a outubro de 2025. O advogado foi o autor das primeiras denúncias contra três associações implicadas no caso. Em depoimento à CPMI no início de setembro, ele detalhou como funcionava o esquema e lançou suspeitas contra dirigentes do INSS.

— Esse crime não poderia ter sido realizado se você não tivesse no seu bolso o presidente do INSS, todo o Departamento de Benefícios do INSS e, na minha opinião um ministro da Previdência — afirmou Cohen, na ocasião.

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Enquete

Eleições 2026: Em quem você vota para o Governo do Maranhão?

Ultimas Noticias