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Ex-vereador é condenado a 34 anos por matar grávida o corpo nunca foi encontrado

Ex-vereador é condenado a 34 anos por matar grávida o corpo nunca foi encontrado

O ex-vereador Valdnei da Silva Caires foi condenado a 34 anos e 24 dias de prisão pelo assassinato de Beatriz Pires da Silva, de 25 anos, que estava grávida quando desapareceu em março de 2023, no município de Barra da Estiva, na Bahia. O corpo da v

Autor: Valdir Rios | Esse o POVO não esquece | 18/10/2025 15:48 | 213 visualizações
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O ex-vereador Valdnei da Silva Caires foi condenado a 34 anos e 24 dias de prisão pelo assassinato de Beatriz Pires da Silva, de 25 anos, que estava grávida quando desapareceu em março de 2023, no município de Barra da Estiva, na Bahia. O corpo da vítima nunca foi localizado.

O julgamento ocorreu na última quinta-feira (16/10), no Tribunal do Júri de Brumado (BA), após a Justiça decidir transferir o caso de Barra da Estiva para evitar possíveis influências emocionais sobre os jurados, já que o crime causou grande comoção na cidade.

Valdnei foi condenado por homicídio qualificado — cometido por motivo fútiltraição e feminicídio, com agravante de a vítima estar grávida — além do crime de ocultação de cadáver. A pena deverá ser cumprida em regime fechado.

Segundo a denúncia do Ministério Público, Beatriz mantinha um relacionamento amoroso com o então vereador e desapareceu no dia 22 de março de 2023. Câmeras de segurança registraram a jovem entrando em um veículo idêntico ao do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, instituição presidida por Valdnei e cujo carro era utilizado exclusivamente por ele.

Durante as investigações, manchas de sangue foram encontradas no automóvel, e a perícia confirmou que o celular da vítima se conectou ao Wi-Fi do sindicato dois dias após o desaparecimento — local frequentado apenas pelo acusado.

Na sentença, o juiz Genivaldo Alves também determinou que Valdnei pague uma indenização mínima de 100 salários-mínimos à mãe de Beatriz, a título de danos morais. A mãe da jovem participou do processo como assistente de acusação, representada pela advogada Suilane Novais Lima.

O caso gerou forte repercussão no interior da Bahia e expôs a violência contra mulheres grávidas em relacionamentos marcados por abuso e poder. Mesmo sem a localização do corpo, o conjunto de provas e indícios foi considerado suficiente pelo júri para condenar o ex-vereador.

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