O Maranhão vai se livrando da fome - RICARDO MARQUES
Eu sou, desde o início, um entusiasta do Maranhão Livre da Fome.
Quando conheci o programa e entrevistei o secretário Alberto Bastos, procurei entender sua metodologia, de onde viriam os recursos, quem seriam os beneficiários e, sobretudo, como aquelas famílias poderiam superar a extrema pobreza.
Agora, os números apresentados pelo governador Carlos Brandão são animadores.
Quando assumiu o governo, segundo os dados do IBGE citados por ele, o Maranhão tinha cerca de 1 milhão e meio de pessoas na extrema pobreza. Com um conjunto de políticas sociais e ações de geração de emprego e renda, esse contingente caiu para aproximadamente 500 mil pessoas.
E, segundo números da Fundação Getulio Vargas citados pelo governador, o Maranhão Livre da Fome já teria retirado 330 mil pessoas da extrema pobreza.
Restariam cerca de 170 mil.
É muita gente. É assustador pensar que, em pleno século XXI, tantos maranhenses ainda enfrentem a miséria.
Mas também seria injusto ignorar o avanço.
Combater a fome não deveria ter partido, ideologia ou lado político.
Fome não é de direita nem de esquerda.
Fome dói.
E se temos independência para apontar os erros de um governo, precisamos ter a mesma independência para reconhecer seus acertos.
Se esses números se consolidarem, o Maranhão Livre da Fome não será apenas um bom programa social.
Será uma política pública que ajudou a mudar milhares de destinos.
Veja o comentário em vídeo (aqui)
Fonte: O comentário do dia de Ricardo Marques
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE